Whatsapp

Banco de Redações

abril

Tema: Como combater a transfobia no Brasil

O limite de 40 redações foi atingido.

PUBLICIDADE

A transfobia é um sentimento de repulsa, preconceito e discriminação contra as pessoas transgênero. No Brasil, a transfobia representa um desafio que precisa ser combatido, o qual é fruto da herança cultural, por exemplo, que desencadeia a violência sofrida por essa parcela da população. Tendo isso em vista, a proposta do Banco de Redações do Brasil Escola do mês de abril é: Como combater transfobia no Brasil. 

Para realizar a proposta, você deverá construir um texto dissertativo-argumentativo respondendo ao questionamento da proposta, demonstrar domínio da norma culta da língua, mobilizar diversas áreas do conhecimento, ou seja, seu conhecimento de mundo para desenvolver o tema, respeitando a estrutura do texto dissertativo-argumentativo.

Além disso, você deve levar em consideração os textos apresentados na coletânea, levantar os principais argumentos, dados e exemplos e realizar uma análise crítica, deixando claro seu posicionamento diante do tema na conclusão do texto. Apresente uma proposta de intervenção que respeite os direitos humanos.

Saiba como fazer uma boa dissertação e conheça também as características deste gênero textual?.

Não pare agora... Tem mais depois da publicidade ;)

ATENÇÃO: as redações serão corrigidas de acordo com os critérios do ENEM, seguindo seu método de análise e pontuação, assim como suas regras. 

Atenção aos motivos que podem zerar sua redação:
1) Fuga total ao tema;
2) Não obediência à estrutura dissertativo-argumentativa;
3) Texto com até 7 linhas;
4) Impropérios, desenhos e outras formas propositais de anulação ou parte do texto deliberadamente desconectada do tema proposto;
5) Redação em branco;
6) Cópia do texto motivador.

Cronograma para envio de redações:
1º período: 1 a 8 de abril
2º período: 10 a 18 de abril
3º período: 20 a 27 de abril

Evite enviar a redação pelo celular. A estrutura do texto pode ficar comprometida e o corretor ortográfico do celular pode trocar as palavras.

As correções estarão disponíveis até o dia 1º de maio.

Enviou seu texto em março de 2021? Acesse aqui a correção.

Saiba como funciona o Banco de Redações!

Elabore sua redação considerando as ideias a seguir:

Texto 1:

 

No primeiro semestre deste ano, 89 pessoas transgênero foram assassinadas no Brasil, quantidade que supera em 39% a registrada no mesmo período de 2019, de acordo com a Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra). Para a entidade, os números escancaram como a omissão de autoridades governamentais tem contribuído para que estejam no centro de um contexto amplo de vulnerabilidade, que inclui agora efeitos da pandemia de covid-19.

"Os dados não refletem exatamente a realidade da violência transfóbica em nosso país, uma vez que nossa metodologia de trabalho possui limitações de capturar apenas aquilo que de alguma maneira se torna visível. É provável que os números reais sejam bem superiores. Mesmo com essas limitações, os dados já demonstram que o Brasil vem passando por um processo de recrudescimento em relação à forma com que trata travestis, mulheres transexuais, homens trans, pessoas transmasculines e demais pessoas trans. O que reforça a importância do nosso trabalho de monitoramento, incidência política e denúncias a órgãos internacionais", escreve a Antra, que acrescenta que, em tentativa de suprir uma lacuna deixada pelo Congresso Nacional, o Supremo Tribunal Federal decidiu, em junho de 2019, tratar os casos de transfobia com base na Lei nº 7.716/1989, na qual são tipificados os crimes de preconceito contra raça e cor. [Agência Brasil] Leia o texto na íntegra

Texto 2: 

 

A pesquisa da TGEu aponta algumas razões para que esse cenário de violência se apresente no Brasil e em outros países da América Latina, região que reúne 78% dos homicídios relatados no documento. Entre os motivos, estão grandes níveis de violência no contexto histórico (colonialismo, escravidão, ditaduras), alta vulnerabilidade de transexuais na prostituição e a falha do Estado em prevenir e investigar esses crimes.

A Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH) afirma que as denúncias de violência contra lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e travestis aumentaram 94% no país entre 2015 e 2016. Os casos incluem também abusos psicológicos, discriminação e violência sexual.

“Temos uma cultura bastante sexista, de negar ao outro a condição de sujeito de direito”, analisa Flávia Piovesan, secretária especial de Direitos Humanos do governo Temer. “Nos parece fundamental a criminalização da LGBTfobia, mas temos um cenário preocupante, com as bancadas religiosas e o cenário pós-Trump. Os discursos discriminatórios ganharam muita visibilidade”, afirma, sem oferecer grandes esperanças para transexuais e travestis brasileiros. [Correio Braziliense] Leia o texto na íntegra 

Texto 3:

Jornalista e estudante de Letras na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Lia Soares, mulher trans, não tem emprego com carteira assinada há dois anos. "A transfobia, assim como o racismo, é um problema estrutural sobre o qual precisamos falar, e que devemos tratar não só em janeiro, e sim o ano todo. A minha torcida é que as empresas ofereçam vagas destinadas às pessoas trans até que eles consigam colocar, no mínimo, 25% do quadro de funcionários com corpos trans e pretos", diz. [CNN Brasil] Leia o texto na íntegra 

Texto 4:

 

Inúmeras são as histórias no país relacionadas ao preconceito contra o público LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros), exclusão e dificuldades de ingressar no mercado de trabalho. Quando conseguem um emprego, as pessoas trans ainda precisam lidar com questões relacionadas à homofobia, advinda de colegas de trabalho ou dos próprios superiores. Em muitos casos, as condições adversas as impedem de concluir o ensino médio ou fazer faculdade.

Pensando nisso e com o intuito de promover a reintegração social e o resgate da cidadania de indivíduos travestis e homens e mulheres transexuais, cursinhos pré-vestibulares e para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) específicos para esse público estão sendo criados.

Por meio desses cursinhos, travestis e transsexuais têm a oportunidade de concluir o ensino fundamental e médio, além de ter a possibilidade de adquirir qualificação profissional e desenvolver práticas de cidadania. Aqueles que frequentam as aulas recebem também atendimento psicossocial e pedagógico. [Brasil Escola] Leia o texto na íntegra 



BANCO DE REDAÇÕES

Elabore sua redação com o tema atual e as publique aqui no banco de redações

Tema

PESQUISA DE FACULDADES