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junho

Tema: Preconceito amarelo

O limite de 40 redações foi atingido.

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Com o advento da pandemia, tornou-se comum culpar os chineses, por exemplo, pela situação vivida no mundo, alegando, inclusive, que eles "fabricaram" o vírus e disseminaram pelo mundo. Tal postura pode configurar o "preconceito amarelo", uma discriminação voltada a pessoas nascidas ou ascendentes de países asiáticos.

Além da questão atual, do coronavírus, alguns apelidos pejorativos também refletem essa atitude tida como preconceituosa. Essa problemática levanta uma discussão muito séria sobre o preconceito amarelo, de modo que surge a necessidade de refletir e apresentar soluções para essa questão. Pensando nisso, o Banco de Redações do Brasil Escola preparou o seguinte tema para o mês de junho: "Como combater o preconceito amarelo". 

Para realizar a proposta, você deverá construir um texto dissertativo-argumentativo respondendo ao questionamento da proposta, demonstrar domínio da norma culta da língua, mobilizar diversas áreas do conhecimento, ou seja, seu conhecimento de mundo para desenvolver o tema, respeitando a estrutura do texto dissertativo-argumentativo.

Além disso, você deve levar em consideração os textos apresentados na coletânea, levantar os principais argumentos, dados e exemplos e realizar uma análise crítica, deixando claro seu posicionamento diante do tema na conclusão do texto. Apresente uma proposta de intervenção que respeite os direitos humanos.

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ATENÇÃO: as redações serão corrigidas de acordo com os critérios do ENEM, seguindo seu método de análise e pontuação, assim como suas regras. 

Atenção aos motivos que podem zerar sua redação:
1) Fuga total ao tema;
2) Não obediência à estrutura dissertativo-argumentativa;
3) Texto com até 7 linhas;
4) Impropérios, desenhos e outras formas propositais de anulação ou parte do texto deliberadamente desconectada do tema proposto;
5) Redação em branco;
6) Cópia do texto motivador.

Cronograma para envio de redações:
1º período: 1 a 8 de maio
2º período: 10 a 18 de maio
3º período: 20 a 27 de maio

Evite enviar a redação pelo celular. A estrutura do texto pode ficar comprometida e o corretor ortográfico do celular pode trocar as palavras.

As correções estarão disponíveis até o dia 1º de julho.

Enviou seu texto em maio de 2021? Acesse aqui a correção.

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Elabore sua redação considerando as ideias a seguir:

O racismo contra pessoas de ascendência asiáticos é muito comum e normalizado e, infelizmente, ganhou força com a eleição de Donald Trump, que usou termos racistas para se referir ao asiáticos e à covid-19.

Piadas com traços físicos ou estereótipos sobre pessoas amarelas são naturalizados pela sociedade, mas não deveriam ser. [Hypeness] Leia o texto na íntegra 

Diante do surto do vírus 2019-nCoV e da disseminação de fake news sobre a epidemia diagnosticada na cidade chinesa de Wuhan, também viralizaram relatos de episódios de discriminação racial contra asiáticos mundo afora: #JeNeSuisPasUnVirus foi a hashtag iniciada por franceses de ascendência asiática, que rapidamente foi incorporada por estudantes asiático-americanos da Universidade da Califórnia (#IAmNotAVirus) e se alastrou pelas redes sociais. Em bom português, #EuNãoSouUmVírus. O Instituto Sociocultural Brasil-China - Ibrachina criou uma central de denúncias para reunir relatos, que serão entregues às autoridades brasileiras. Discriminar alguém por sua etnia é racismo e, na letra racismo e injúria racial são crimes.

"Não é o coronavírus que traz estigma a pessoas asiáticas, é nosso tratamento a elas que revela o estigma e o racismo que sempre tivemos. O coronavírus é só uma maneira débil e bizarra que usamos para tentar legitimar nossos preconceitos", escreveu a jornalista Flávia Gasi, colunista do TAB. [TAB uol] Leia o texto na íntegra

Normalmente vistos como um modelo a ser seguido, é raro ver alguém discutindo a rotina de preconceito contra descendentes de japoneses e outros asiático-brasileiros que moram no Brasil. Mas bastou um episódio como o surto do novo coronavírus – ou Covid-19 – para dar visibilidade a um problema bastante antigo e pouquíssimo discutido: o preconceito contra asiáticos. Marie Okabayashi de Castro Lemos, 23, postou um vídeo no Twitter mostrando o ataque que sofreu no metrô carioca por parte de uma passageira. “Dentre as atrocidades: ‘Quando eu vejo um chinês eu atravesso a rua’; ‘não compraria uma Coca fechada desse povo, porque eles contaminam tudo’; ‘os coreanos, tailandeses e esse resto também são um horror!’; ‘invadem nosso país, roubam os empregos do nosso povo, espalham doenças’”, relatou Marie em seu perfil, no dia 1º de fevereiro. “Estou no sétimo período de direito, portanto, sei quais seriam as melhores formas de agir na situação. Mas nada disso me impediu de travar na hora e chorar muito depois. Me senti completamente impotente”, diz à Trip a carioca, que é neta de japoneses. [Revista Trip] Leia o texto na íntegra



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