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setembro

Tema: Abuso de autoridade no Brasil
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O abuso de autoridade tem ganhado cada vez mais repercussão no Brasil e no mundo. Isso, pois, vários acontecimentos desencadearam reflexões acerca desse tema atualmente, seja uma postura considerada incompatível com a situação de abordagem policial, ou seja em uma situação em que o desembargador que usa seu cargo para invalidar a aplicação de multa por ser considerado "diferente", uma vez que ocupa um cargo importante no âmbito social. Tendo isso em vista, a proposta do Banco de Redações do Brasil Escola do mês de setembro é: "Abuso de autoridade no Brasil"

Para realizar a proposta, você deverá construir um texto dissertativo-argumentativo respondendo ao questionamento da proposta, demonstrar domínio da norma culta da língua, mobilizar diversas áreas do conhecimento, ou seja, seu conhecimento de mundo para desenvolver o tema, respeitando a estrutura do texto dissertativo-argumentativo.

Além disso, você deve levar em consideração os textos apresentados na coletânea, levantar os principais argumentos, dados e exemplos e realizar uma análise crítica, deixando claro seu posicionamento diante do tema na conclusão do texto. Apresente uma proposta de intervenção que respeite os direitos humanos.

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ATENÇÃO: as redações serão corrigidas de acordo com os critérios do ENEM, seguindo seu método de análise e pontuação, assim como suas regras. 

Atenção aos motivos que podem zerar sua redação:
1) Fuga total ao tema;
2) Não obediência à estrutura dissertativo-argumentativa;
3) Texto com até 7 linhas;
4) Impropérios, desenhos e outras formas propositais de anulação ou parte do texto deliberadamente desconectada do tema proposto;
5) Redação em branco;
6) Cópia do texto motivador.

Cronograma para envio de redações:
1º período: 1 a 8 de setembro
2º período: 10 a 18 de setembro
3º período: 20 a 27 de setembro

Evite enviar a redação pelo celular. A estrutura do texto pode ficar comprometida e o corretor ortográfico do celular pode trocar as palavras.

As correções estarão disponíveis a partir do dia 1º de outubro.

Enviou sua redação em agosto? Confira aqui a correção.

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Como fazer uma boa redação

Elabore sua redação considerando as ideias a seguir:

Abuso de poder ou abuso de autoridade é conceituado como o ato humano de se prevalecer de cargos para fazer valer vontades particulares. No caso do agente público, ele atua contrariamente ao interesse público, desviando-se da finalidade pública. A democracia direta é um sistema que se opõe a este tipo de atitude. O abuso de poder pode se dar em diversos níveis de poder.

O abuso de poder se manifesta de duas formas distintas: o excesso de poder e o desvio de finalidade. Ocorre "excesso de poder quando o agente público atua fora de sua competência". Já o desvio de finalidade ocorre "quando o agente, embora competente, pratica o ato visando interesses mesquinhos, pessoais, e não o bem comum".

Alguns exemplos podem ser o funcionário público que acha que é dono do espaço público só porque tem autoridade para cuidar do local e é protegido pela lei. Ou quando uma pessoa detentora de autoridade usa critérios baseados em abuso de autoridade e preconceitos. Ou o político que acha que pode tomar decisões de autoridade sem consultar democraticamente o povo que o elegeu. [Wikipédia] Leia o texto na íntegra

A Polícia Civil de São Paulo indiciou por abuso de autoridade o policial militar João Paulo Servato, que em maio foi filmado pisando no pescoço de uma mulher negra de 51 anos durante abordagem em Parelheiros, na capital paulista.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, o 25º DP abriu um IPM (Inquérito Policial Militar) para investigar a atuação do soldado, que segue afastado do serviço operacional.

O caso aconteceu no dia 30 de maio — no mesmo dia, já foi aberto um IPM para apurar se houve excesso na abordagem. Ele foi afastado das ruas no dia 14 de julho, dois dias após o vídeo da abordagem ser exibido no programa "Fantástico", da TV Globo[UOL] Leia o texto na íntegra

Uma segunda onda de revolta, ao menos nas redes sociais, marcou a repercussão da notícia de que o Conselho Nacional de Justiça abriu procedimento administrativo contra o desembargador Eduardo Almeida Prado Rocha de Siqueira, flagrado, em julho, destratando um guarda civil e rasgando uma multa por se negar a usar máscara de proteção em uma praia de Santos (SP). Em julgamento online, os conselheiros do CNJ decidiram afastá-lo do cargo. Ele, porém, continuará recebendo salário de desembargador (superior a R$ 35 mil), o que, segundo o tribunal das redes, abre caminho para uma punição apenas amena no conselho.

Nas imagens que viralizaram, o desembargador chamou o agente de "analfabeto" e acionou o secretário de Segurança Pública da cidade, exigindo providências — o homem da lei, afinal, não poderia estar submetido a um decreto municipal, certo? Errado. Se a cena suscitou reflexões sobre uma sociedade mediada pelo abuso de autoridade, a abertura do procedimento administrativo no CNJ provocou dúvidas sobre a real possibilidade de um magistrado ser responsabilizado por seus crimes no Brasil. [UOL] Leia o texto na íntegra



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