Whatsapp
Em 28/04/2021 18h14 , atualizado em 28/04/2021 18h18

Dia Internacional da Educação e reflexões sobre ensino durante a pandemia do coronavírus

Blog do Vestibular

O artigo não representa a opinião do site. A responsabilidade é do autor do texto.

Ensino a Distância precisou ser adotado, mas novo método chamado Ensino Híbrido pode ser outra opção Por Silvia Tancredi
PUBLICIDADE

Hoje, 28 de abril, comemora-se o Dia Internacional da Educação. A data tem como objetivo reforçar a importância da educação no desenvolvimento da humanidade em diversos aspectos. Aproveitando essa data, fazemos uma reflexão sobre como o ensino sofreu mudanças por causa da pandemia do coronavírus. 

Há pouco mais de um ano, a Organização Mundial da Saúde (OMS) decretou a pandemia da Covid-19. Desde então, o número de contaminações e de mortes cresceu consideravelmente. Com o aumento desses dados, o ensino precisou ser alterado. 

Para evitar mais contaminações, as instituições foram fechadas. O ensino, então, passou a ser com aulas ministradas pela internet. Mas, como não deu tempo de fazer grandes planejamentos, esse método foi adotado no impulso e até de forma emergencial. 

Tanto professores como alunos precisaram se adaptar à modalidade de Ensino a Distância (EaD) em prol da saúde coletiva. Vale lembrar que o método de ensino pela internet já existe há algum tempo, mas, antes, o aluno podia escolher se queria adotá-lo.

Leia também: o perfil dos alunos do ensino a distância

No susto

Com a pandemia, os professores que não tinham experiência com o método EaD precisaram aprendê-lo “no susto”. Os profissionais foram atrás de ferramentas para seguir ensinando o conteúdo, mas de forma remota. 

Do mesmo modo, os estudantes precisaram aprender a assistir às aulas, sozinhos, por meio de um computador. Alguns tiveram que guardar suas dúvidas por receio de interromper as aulas. Outros, com mais necessidade de diálogo, correr atrás dos professores fora da sala de aula virtual.

Não pare agora... Tem mais depois da publicidade ;)

Nesse período, surgiram desafios como a dificuldade de acesso à internet por alguns alunos, especialmente os da rede pública, e o problema, por parte de outros estudantes, de assimilar o conteúdo de forma não presencial.

Mesmo com esses contratempos, percebemos que as aulas pela internet foram a melhor saída para evitar ainda mais contaminações da Covid-19. 

Ensino híbrido

Passado o período de “teste” das aulas on-line e com algumas instituições de ensino ensaiando a volta presencial, a pandemia acabou revelando uma tendência: o ensino híbrido, ou seja, aquele que mescla ensino presencial e ensino a distância.  Esse tipo de modalidade também já existia, mas de forma tímida.

Saiba mais sobre o ensino híbrido

Com a pandemia longe de acabar, pelo menos no Brasil, pode ser que o ensino híbrido possa ser uma saída e passe a ser adotado em instituições de ensino. Claro, é importante que sejam feitas análises, tais como:

  • É realmente necessário que o estudante esteja presencialmente na instituição de ensino durante a pandemia?
  • Se sim, em quais situações? Seriam em aulas mais práticas?
  • Seria o caso de fazer rodízios presenciais com os alunos? 

Enfim, são algumas reflexões acerca do ensino durante a pandemia. Sabemos que vacinação do coronavírus ainda está em ritmo lento, mas, quando os professores e estudantes forem vacinados, novas discussões devem surgir.

Relacionados
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) completou 31 anos na última terça-feira, 13 de julho. Analisamos as dificuldades de garantir um dos direitos do Estatuto, o da educação.
Comemora-se hoje, 8 de setembro, o Dia Mundial da Alfabetização. Aproveitamos para destacar os números no Brasil e no mundo e como anda a alfabetização em 2021.
Se você já ouviu falar de eLearning, provavelmente também já ouviu falar do modelo híbrido. Ele se popularizou bastante por conta da situação emergencial causada pelo coronavírus.
A pandemia do novo coronavírus (Covid-19) completa um ano no Brasil neste mês. De lá para cá, muita coisa mudou e, além do número alarmante de vidas perdidas por conta da doença, universidades ainda não conseguem aplicar suas provas com segurança devido a gravidade da doença no país.
Professora de Português e Redação comenta sobre como a pandemia acentuou uma crise anterior, mais ampla e igualmente devastadora: a gerada pelo neoliberalismo.
Desde o início do Governo Bolsonaro, o Inep já teve cinco presidentes. Essa troca constante de diretoria atrapalha o planejamento de exames, como o Enem.
Com provas adiadas para 2021, estudantes ganham mais tempo para a preparação do Enem e vestibulares. Veja dicas para estudar em casa e gratuitamente!
  • Facebook Brasil Escola
  • Instagram Brasil Escola
  • Twitter Brasil Escola
  • Youtube Brasil Escola
  • RSS Brasil Escola
BANCO DE REDAÇÕES

Elabore sua redação com o tema atual e as publique aqui no banco de redações

Tema

PESQUISA DE FACULDADES