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maio

Tema: Desinformação histórica: um problema, mil consequências
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"Um povo que não conhece a sua história está condenado a repeti-la”. (Edmund Burke)

Essa frase de Burke tornou-se muito famosa nas redes sociais ultimamente em virtude das grandes discussões sobre a recente crise política no Brasil. Mesmo ficando no senso comum, ela traz uma verdade irrefutável: se não conhecermos nossa história, se não olharmos para os acontecimentos que marcaram a trajetória da humanidade, estaremos fadados a cometer os mesmos equívocos.

Em um cenário de crise política, essa é uma questão elementar. Por falta de conhecimentos históricos, vemos muitos tomando opiniões de outros, tomando-as como verdades sem que haja uma reflexão crítica a respeito. É nesse contexto também que muitos desinformados podem abraçar causas que vão diretamente contra a liberdade individual, o Estado Democrático de Direito etc. 

Assim sendo, é indiscutível que precisamos lutar pela propagação do conhecimento, principalmente de nossa História, para que evitemos disseminar preconceitos, verdades criadas, falsos heróis, entre tantas outras questões. No mês de maio, o Banco de Redações propõe o tema "Desinformação histórica: um problema, mil consequências"

Para realizar a proposta, você deverá construir uma DISSERTAÇÃO, demonstrar domínio da norma culta da língua, mobilizar diversas áreas do conhecimento, ou seja, seu conhecimento de mundo, para desenvolver o tema, respeitando a estrutura do texto dissertativo-argumentativo. Além disso, você deve levar em consideração os textos apresentados na coletânea e, de preferência, aprofundar a pesquisa sobre o assunto por meio de outros meios, levantar os principais argumentos, dados e exemplos e realizar uma crítica análise deles, deixando claro seu posicionamento diante do tema na conclusão do texto.

Veja como fazer uma boa dissertação e conheça também as características deste gênero textual​.

Seu texto deverá apresentar entre 15 e 25 linhas (fonte times 12 em documento normal do Word).

Cronograma para envio de redações:

1º período: 3 a 8 de maio
2º período: 10 a 15 de maio
3º período: 17 a 22 de maio

Correções: a partir de 3 de junho

Dúvidas? Saiba como funciona o Banco de Redações.

ATENÇÃO: para enviar a redação é preciso antes fazer o login na Área do Usuário.

Evite enviar a redação pelo celular. A estrutura do texto pode ficar comprometida e o corretor ortográfico do celular pode trocar as palavras.

Enviou seu texto em abril de 2016? Acesse a correção a partir de 6 de maio neste link.

Não sabe como começar seu texto? Então confira algumas dicas aqui e aqui.

Elabore sua redação considerando as ideias a seguir:

Para o orador romano Cícero, a história era a “mestra da vida” (em latim: historia magistra vitae). Com esta expressão, Cícero queria dizer que por meio dos exemplos do passado, dos sofrimentos e sucessos, das tragédias e dos grandes feitos das gerações anteriores, podemos extrair lições para nos orientarmos no presente, diante dos problemas que se apresentam. [...] Muitas formas de comportamento que observamos atualmente, como a violência motivada por xenofobia ou por racismo, a estranheza por certos hábitos alimentares e por certas tradições que cultivam práticas culturais muito diferentes, geralmente existem por falta de conhecimento histórico ou por um mal conhecimento da história. O estudo da história, portanto, tem a importância de dar, sobretudo, suporte compreensivo às pessoas, para que ajam com maior prudência, civilidade e tolerância, em seu meio e em situações estranhas à sua cultura. [Mundo Educação – leia na íntegra]

Por que é preciso conhecer a História do mundo e de seu país, das tradições sociais, culturais e políticas de um povo? Para que não sejamos levados - como é muito comum hoje em dia - a pensar com a cabeça alheia; e trata-se de conduzir e não de sermos conduzidos. Chesterton, diz que o homem não é verdadeiramente um homem enquanto não vê o mundo de pernas para o ar e de cabeça para baixo. Pode-se praticar esse exercício sem muita fadiga, estudando História. Ao se familiarizar com outros tempos, outras épocas, outras civilizações, adquire-se o salutar hábito de desconfiar dos critérios de seu tempo: eles evoluirão, como outros evoluíram. É a ocasião de revisar, dentro de si próprio, o mecanismo de pensamento, suas próprias motivações etc. por confronto com o outro. O estudo da História permite também avaliar melhor a noção de progresso. Geralmente nós fazemos uma idéia muito elementar do progresso. [Elian Alabi – Leia na íntegra]


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