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Em 03/05/2019 12h09, atualizado em 03/05/2019 12h12

UFMS deixa de usar Enem como parte do Vestibular Tradicional

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Processo Seletivo contará somente com provas aplicadas pela própria universidade. Por Lorraine Vilela Campos
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A Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) anunciou o fim do uso do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como parte do Vestibular Tradicional. A partir do ingresso para 2020, o processo seletivo próprio contará apenas com provas elaboradas pela própria instituição. 

O Vestibular da UFMS foi retomado em 2017 para ingresso em 2018, processo seletivo que foi composto pelo aproveitamento das notas do Enem e provas aplicadas pela instituição. O modelo foi utilizado para o ingresso até 2019, correspondendo a 30% das vagas oferecidas pela instituição.

Apesar da exclusão do Enem no Vestibular tradicional da UFMS, a pontuação do exame continuará a ser usada para o ingresso em 50% das vagas pelo Sistema de Seleção Unificada (SiSU), 20% a menos do que as edições de 2018 e 2019. 

  VESTIBULAR    PASSE SISU
VAGAS (%) 30%            20%                     50%        

Passe

O Passe UFMS finaliza seu primeiro triênio (2017/2019) neste ano e, por isso, contará com a primeira turma de concluintes a preencher 20% das vagas oferecidas pela UFMS. O Programa de Avaliação Seriada Seletiva foi criado em 2017, edição em que teve provas apenas para a 1ª série do ensino médio. 

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Provas

A UFMS informou que o Vestibular 2020 será realizado em 1º de dezembro, enquanto as provas das três etapas do Passe serão realizadas no dia 8 seguinte

As demais datas do Vestibular e do Passe serão divulgadas pela UFMS em julho, mês em sairão os editais dos processos seletivos. 

Governo corta mais de R$ 29 milhões da UFMS

A UFMS está entre as instituições públicas que sofreram cortes públicos do Governo Federal. Com a redução de 30% dos repasses, a universidade perde mais de R$ 29 milhões em verba, o que pode prejudicar o andamento das atividades acadêmicas. 

Os cortes feitos pelo Governo Federal começaram no dia 30 de abril, atingindo primeiro as universidades de Brasília (UnB), Federal da Bahia (UFBA) e Federal Fluminense (UFF), retirada de verba que seguiu para as demais instituições federais do país. Com a redução de milhões no orçamento, as unidades acadêmicas têm prejuízo até em serviços como limpeza e materiais básicos de uso diário. 

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