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Em 22/02/2018 14h36, atualizado em 05/03/2018 16h39

Detetive Particular

Profissões do Futuro

Curso superior tecnológico em Investigação Profissional prepara futuros investigadores para o mercado de trabalho Por Lorraine Vilela Campos
É possível fazer uma faculdade para ser detetive particular
É possível fazer uma faculdade para ser detetive particular
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O curso superior tecnológico em Investigação Profissional foi criado após a profissão de Detetive Particular ser regulamentada pela Lei nº 13.432/2017, o que trouxe para a formalidade o trabalho de investigação, seja de forma individual ou em sociedade. 

Com a profissão de Detetive Particular regulamentada, o mercado de trabalho poderá abrir oportunidades para quem deseja atuar na área, tanto no setor público ou privado. Pensando nisso, instituições de ensino começam a oferecer graduações para os futuros profissionais, sendo o primeiro curso de Investigação Profissional do Brasil ministrado na Uninter

O curso

O curso de Investigação Profissional é uma graduação tecnológica, ou seja, de curta duração (neste caso, dois anos). A oportunidade da Uninter é na modalidade a distância, com oferta em todo o país. De acordo com o vice-reitor da instituição, Jorge Bernardi, a escolha pelas aulas online têm como objetivo alcançar o maior número de pessoas, independente da localização de cada um. 

O ingresso no curso para formação de detetives particulares é feito pelo vestibular agendado ou com o aproveitamento das notas do Enem. 

O curso conta com disciplinas de diferentes áreas do conhecimento. Sua grade é dividida da seguinte forma: 

MÓDULOS DISCIPLINAS
Módulo Introdutório

Formação inicial em Educação a Distância
Relações Étnico-raciais e História e Cultura Afrobrasileira, Africana e Indígena
Libras
Língua Portuguesa
Matemática Básica

Módulo Direito e  Comunicação

Resolução de Conflitos
Sistemas de Segurança da Informação
Criminologia
Comunicação

Módulo Processo Penal e Fraudes Inquérito Policial
Ética
Investigação de Riscos e Fraudes Corporativas
Elementos de Processo Penal
Módulo Ciência e Tecnologia Polícia Científica: Prova e Local do Crime
Arquitetura contra o crime
Tecnologia Aplicada à Investigação
Produção e Tratamento de Informações Sigilosas
Módulo Segurança

Proteção de Executivos e Autoridades
Fundamentos Legais da Investigação Particular

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Investigação de Crimes Digitais
Estudo de Casos de Investigação Particular

Módulo Inteligência

Inteligência e Contrainteligência
Gestão de Processos para a Investigação Particular
Fraudes Contábeis e Documentais
Técnicas de Entrevista e Interrogatório

Módulo Estratégia Metodologias de investigação Particular
Psicologia investigativa
Gestão Estratégica da Investigação
Perícias Criminais


Quem pode fazer o curso?

Qualquer pessoa pode fazer o curso para ser detetive particular, basta ter disponibilidade para as aulas em ambiente virtual e gostar da área de investigação. A graduação é procurada por pessoas de diferentes idades e perfis, mas a maioria já trabalha com Segurança de alguma forma. 

Bernardi ressalta que a possibilidade de surgimento de vagas para profissionais da área de investigação e segurança em órgãos públicos estimula o interesse dos vestibulandos que desejam prestar concursos nas áreas de inteligência. 

O que faz um detetive?

De acordo com a Lei nº 13.432/2017, o detetive particular ou detetive profissional (nomenclaturas adotadas no Brasil) é um profissional capacitado e autorizado a prestar serviços de investigação não criminal, utilizando seu conhecimento técnico e meios tecnológicos permitidos (escutas, câmeras e gravadores, por exemplo). 

O detetive particular investiga os casos e mantém a pessoa que o contratou informada, sendo obrigatória a entrega de relatório ao final do serviço para que possa prestar contas. 

O detetive particular deve manter sigilo; obedecer a legislação que regulamenta a profissão e respeitar o direito à intimidade e à privacidade do investigado.

O detetive não pode aceitar serviços que tenham como objetivo infringir leis; utilizar as informações obtidas na investigação em benefício próprio e para subornar a pessoa que o contratou ou divulgar o material coletado para outras pessoas. 

Como a profissão de Detetive Particular foi regulamentada recentemente, ainda não há uma estimativa de faixa salarial oficial.

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