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A vaidade obsessiva na adolescência está se transformando em um problema, pois, a busca pelo corpo “perfeito” pode causar a morte, por isso, é preciso repensar a influência exercida pela mídia.
Todo agrupamento humano define seu padrão de beleza, houve um tempo que mulher bonita era as gordinhas1, homem bonito era o que tinha o maior topete. Na atualidade os modelos considerados belos são de mulheres magras e homens musculosos. O grande problema do atual modelo comportamental está na busca desmedida pelo corpo perfeito, pois, diante desses objetivos muitos jovens optam por meios que dê resultado rápido2, como: o uso cirurgias3 estéticas e anabolizantes. Por conseguinte, tornou-se comum a imprensa noticiar vários casos de mortes causados por esses recursos, como o da adolescente Jennyffer Sthefane, de 16 anos de Osasco São Paulo, suspeita de ser provocado4 pelo uso de anabolizantes.
Por outro lado, acreditamos que é necessário revermos o papel exercido pela mídia como motivadora de padrão comportamental dos nossos jovens, porque é notório a influencia gerada por atores e atrizes no cotidiano popular das pessoas. Há fã que colocar o nome dos filhos igual ao dos seus ídolos5, outros se vestem semelhante6 e até querem ter o mesmo perfil. Consequentemente, isto leva muitos a utilizarem meios perigosos como as cirurgias plásticas e os anabolizantes.
Dessa maneira, percebemos que a vaidade obsessiva no atual contexto está se tornando um problema, porque com a força exercida pela mídia aumentaram-se os casos de pessoas que tentam varias formas de atingirem o perfil considerado ideal.7 Esperamos que esta sociedade consiga rever estes padrões de beleza e passem a valorizar a diferença existente em cada ser humano.