Tema: Rumos das relações trabalhistas no Brasil

[Redação sem título]
Corrigida tradicionalmente Enviado em 18/05/2015
Nota tradicional: 7.5
Não pare agora... Tem mais depois da publicidade ;)

   A relação trabalhador e empregador muitas vezes, ao longo do tempo, mostrou-se conflitante. Isso devido a divergências ideológicas entre ambos.  A história é marcada por lutas operárias que tinham como objetivo criar leis que protegessem os trabalhadores contra abusos. As lutas ainda continuam por meio de sindicatos e órgãos que visam garantir o cumprimento dessas leis e assegurar os direitos trabalhistas. No entanto, será que podemos esperar que uma mesma lei seja adequada para diferentes tempos e mercados?

   É fato, que levou-se muito tempo para se chegar as às leis trabalhistas vigentes agora e que há muito ainda o que se mudar. É verdade também, que o mercado atual tem objetivado a maximização da produção operária e buscado meios de burlar as leis trabalhistas, visando o aumento dos lucros. É nesse cenário, que se observa a atuação de sindicados sindicatos e órgãos para garantir que haja o cumprimento da lei e lutam pela melhora nas condições de trabalho.

    No Brasil, é discutido o projeto de Lei PL4330(,) que tenciona regulamentar a mão-de-obra terceirizada. Tal projeto tem levantado discussões e dividido opiniões. Grande parte das contratações realizadas no país são feitas por terceirizadas, fato que pode ser observado na indústria petrolífera e em outras empresas prestadoras de serviços. Nesse panorama, observa-se a necessidade na formulação de leis que visam regulamentar tal atividade, uma vez que já se mostra existente no país.

   Não obstante, o mercado faz parte da sociedade e(,) assim como essaé dinâmica, ou seja, muda com o decorrer do tempo, o mercado como seu componente também. Não se pode esperar que as mesmas leis trabalhistas que eram válidas acinquenta anos atrás apliquem-se aos dias de hoje sem nenhuma disparidade. A terceirização é uma tendência global e vários países como os Estado Unidos, a França entre outros já a aderiram.  

     Além disso, o problema não se observa na atividade terceirizada em si e sim na falta de leis que protejam os trabalhadores que a compõem e na ausência de órgãos que a fiscalizem.

    Dessa forma, a modernização das relações trabalhistas brasileiras faz-se necessária para  se adequar as às novas condições de mercado. No entanto, tal mudança deve vir em conjunto com a elaboração de leis que atendam a ambos os lados e a criação de órgãos que atendam a essa mudança, assim como, a melhor atuação desses.

Correção tradicional

Critério Observações Nota
Adequação ao Tema Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. 2.0
Adequação e Leitura Crítica da Coletânea Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. 1.5
Adequação ao Gênero Textual Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. 2.0
Adequação à modalidade padrão da língua Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. 1.0
Coesão e Coerência Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. 1.0
Nota final 7.5

Legenda de competências

Competência Descrição
1 Domínio da modalidade escrita formal
2 Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa
3 Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista
4 Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação
5 Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos