Meio social e as relações trabalhistas do século XXI
Tema: Rumos das relações trabalhistas no Brasil
O trabalho é essencial na construção da cidadania, constituindo base legal à integralização entre pessoas. Logo, essas relações necessitam de normativas as quais estabeleçam ajustes, padronização, direitos cívicos e democráticos à comunidade profissional. No entanto, os benefícios atuais relacionados às leis trabalhistas, ganharam discussão com a regulamentação da terceirização, cujas propostas podem afetar as conquistas sindicais.
Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômico (DIEESE), estas diretrizes não trariam favorecimento algum - ilustrando que a situação dos terceirizados são precários é precária - com salários menores, propensos à a acidentes de trabalho e vítimas de trabalho escravo. Dessa forma, haveria um desequilíbrio social, trazendo para a população um retrocesso nacional - apagando da história os feitos do ex-presidente Getúlio Vargas, precursor das normas laborais da sociedade brasileira. Concatenando* atuações mais cansativas em postos de trabalho; desfazendo para o próximo futuro, as melhorais melhorias alcançadas e instituídas pela CLT.
Também, esse projeto aqui enfatizado, tiraria do cidadão a sensação de identidade pessoal ao seu local de trabalho, ou seja, haveria uma individualização setorista tão generalizado generalizada, que a visão de pertencimento àquele ambiente formal de atuação, não existiria, ocasionando desaceleração capitalista e(,) por fim, refletindo na produção das empresas.
Com tudo (isso), o mercado formal dos indivíduos, bem como as relações trabalhistas, seriam gradativamente restringidas - fortalecendo uma noção retrógrada à de um passado vivido nos tempos Oligárquicos do Regime Republicano. Nesse entorno, as propostas de Lei nº 4.330/2004 avivará avivarão uma amenização nas relações entre cidadãos, distanciando a concepção lógica do bem estar social pregado pela Constituição do Brasil.
Correção tradicional
| Critério | Observações | Nota |
|---|---|---|
| Adequação ao Tema | Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. | 2.0 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea | Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. | 1.5 |
| Adequação ao Gênero Textual | Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. | 2.0 |
| Adequação à modalidade padrão da língua | Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. | 1.0 |
| Coesão e Coerência | Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. | 1.5 |
| Nota final | 8 |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |