Não pare agora... Tem mais depois da publicidade ;)
Texto enviado
Alemanha e Espanha, países Europeus, elevaram, recentemente, para 18 anos a maioridade penal. Fato que culmina na demonstra a ineficiência de uma lei para redução da maioridade. A fase de transição, no qual é acometida vivida pelos adolescentes e a deficiência dos direitos contitucionais, favorece a entrada de jovens na marginalização marginalidade.
Durante a fase juvenil, para a apsicologia, normalmente, é o período de intensas modificações comportamentais. Devido a isso, alguns seres imaturos adentram no mundo da criminalidade, ora por amizades, principalmente com adultos infratores, que exercem fortes influências sobre aquele, pois esses sofrem mais consequências que os menores de dezoito anos, como visa o Estatuto da Criança e do Adolescente; ora por vulnerabilidade social, que acarreta o aumento no número de roubos e, ás às vezes, seguidos de morte, por medo do reconhecimento posterior ao crime. Todavia, não sendo o correto.
Reza a Constituição, nos artigos 5º e 6º, o direito à moradia, saúde e educação à a todos. Mesmo diante os gastos do Estado com presidiários serem são maiores do que com estudantes, o ensino de qualidade no Brasil é precário, visto que, a escola é a grande formadora de princípios, como ética, moral e altruísmo nos indivíduos. Além disso, a falta de diálogos, entre pais e filhos, pode implicar na má formação de caráter no jovem.
Segundo a Unicef ( Fundo das Nações Unidas para a Infância) as taxas de reincidências nas penitenciárias são de 70%, enquanto no sistema socioeducativo estão abaixo de 20%. Portanto, o governo deve investir, ainda mais, na educação primária, em cursos técnicos para pessoas infratoras, uso de palestras motivacionais em favelas, por exemplo, além de orientação familiar, psicológica e o incentivo a à prática de esportes.