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Através de ensino de qualidade formam-se profissionais qualificados no para o futuro. Antigamente, o acesso a à educação era restrito, somente homens e ricos tinham (esse) acesso. Atualmente, espera-se que a educação seja ampliada e qualificada como tal. Triste realidade. Segundo site da revista Veja, em 2014, Brasil ficou em penúltimo lugar no ranking da educação de 36 países. A fama de "Gigante Adormecido" não é do nosso país. Como solucionar esse problema? Mudança na grade escolar.
Com o término do ensino médio, jovens saem das escolas sem um amplo conhecimento sobre ética, cidadania e direitos civis. Além disso, escolas particulares estão à frente de escolas públicas. Não é questão de ser falho, mas, vago. Com efeito, já dizia Monteiro Lobato, um país se faz com homens e livros. Entretanto, a inclusão de matérias na grade escolar está correlacionada ao ensino médio, transparecendo que 3 anos são suficientes para o estudo.
A mudança na educação é gradualmente questão de anos. Em comparação, ela é hoje mais qualificada do que a 50 anos atrás. Conhecimento histórico, geográfico, biológico, matemático, linguístico, físico, químico e estrangeiro são essenciais para uma formação básica. Em outras palavras, é a partir dessa formação que os estudantes vão começar a decidir em qual área vão querer trabalhar.
Considerando que o MEC (Ministério de da Educação e Cultura) é constituído por possui profissionais especializados sobre em determinar qual é a melhor maneira para formar profissionais qualificados, a liberdade de estudo sobre determinada disciplina as disciplinas não deve ser escolha dos alunos, para um melhor resultado futuro.
O governo foca em melhorar a realidade vivida pelo Brasil. Enquetes e pesquisas ajudariam a ver as faltas na educação. Ao mesmo tempo ajudariam a investir na melhoria de profissionais nas escolas públicas. A inclusão de matérias é um processo em andamento e poderia ser usado para novas inclusões no ensino fundamental.
De fato, a diferença entra entre o pior e melhor país no índice de escolaridade, está no grau de prioridade que o país da dá à educação. Não deve-se querer mudança, deve-se haver mudança na grade escolar.
Correção tradicional
| Critério |
Observações |
Nota |
| Adequação ao Tema |
Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no
vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. |
2.0 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea |
Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim
como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes
de referência.
|
1.5 |
| Adequação ao Gênero Textual |
Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero
textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a
serviço do projeto de texto. |
2.0 |
| Adequação à modalidade padrão da língua |
Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma,
verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. |
1.0 |
| Coesão e Coerência |
Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção
frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos
sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. |
1.5 |
| Nota final |
8
|
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |