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A grade curricular dos ensinos fundamental e médio, hoje no Brasil, não atende às perspectivas gerais dos alunos. O que se percebe é uma educação superficial de tanto que é insuflada pelo atual modelo aliado a um vestibular que(,) por mais evoluído que seja(,) ainda cobra competências que não serão assistidas pelos educandos no decorrer de sua vida acadêmica.
O currículo escolar atual mostra uma visão de mundo limitada e incoerente com as reais espectativas expectativas do estudante, mostrando um número recorrente de jovens insatisfeitos. Uma forma de o Governo mudar esse panorama seria criar escolas que possibilitassem o ensino integral não somente no nível fundamental e no médio, mas englobando também o infantil, viabilizando ao aluno a oportunidade de se aprofundar desde cedo nas disciplinas em que têm tem mais afinidade e não apenas no mero cumprimento de um currículo escolar que é extensivo a todos da mesma forma.
Percebendo esse pensamento contemporâneo, o novo formato do Exame Nacional do Ensino Médio - ENEM, começou a utilizar de uma ferramenta importante: a interdisciplinaridade, exigindo do aluno um conhecimento mais abrangente de mundo, mas com o ponto negativo de continuar cobrando áreas para determinado curso que não serão se quer sequer estudados estudadas pelos discentes. Fato esse que poderia ser contornado aplicando-se uma prova mais abrangente e aprofundada, mas apenas voltada para a área do curso que o mesmo almeja cursar.
Vemos, portanto, um atual cenário que não possibilita ao aluno o desbravamento de seu total potencial antes de entrar na faculdade. Cabe, então, ao Governo realizar uma profunda reestruturação na educação brasileira a longo prazo, já que necessita de leis específicas e investimento para tal, e mudanças a curto prazo, no que concerne à modificação da forma com que as competências são cobradas para cada curso no vestibular.
Correção tradicional
| Critério |
Observações |
Nota |
| Adequação ao Tema |
Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no
vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. |
2.0 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea |
Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim
como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes
de referência.
|
1.5 |
| Adequação ao Gênero Textual |
Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero
textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a
serviço do projeto de texto. |
2.0 |
| Adequação à modalidade padrão da língua |
Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma,
verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. |
1.0 |
| Coesão e Coerência |
Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção
frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos
sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. |
1.5 |
| Nota final |
8
|
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |