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Como bem defendido pelos iluministas do século XVIII, o direito à liberdade de expressão é algo universal e inalienável, através dele, as pessoas têm a possibilidade de expor e defender as suas opiniões. Essa liberdade garantida a à sociedade representou um avanço significativo na participação dos cidadãos em setores como educação e política, (.) no entanto, percebemos que o exercício da liberdade está sendo utilizado atualmente de forma desregrada e sem limites, causando grandes prejuízos a à sociedade em geral. É muito importante o estabelecimento de uma sociedade liberal, na qual os indivíduos são sejam livres para dizer o que pensam em qualquer hora e lugar, porém, percebemos que tal liberdade está sendo utilizado utilizada de forma imprópria, fugindo do seu real objetivo, que é o bem coletivo. Facilmente encontramos meios de comunicação, como revistas e charges que se apropriam desse direito e fazem humor a qualquer preço, em que são expressos, muitas vezes, conteúdos desrespeitosos, nos quais a imagem de outras pessoas são é ridicularizadas. O ataque ao edifício da Charlie Hebdo, um jornal satírico francês, nos deixa claro claras as consequências de uma liberdade sem censura. Percebemos que a exposição de ideias sem pudor e sem quaisquer limites pode denegrir a imagem de outras pessoas e ser motivo de grande ofensa as às suas crenças. Desse modo, é preciso que o exercício da liberdade seja, antes de qualquer coisa, justo e respeitoso. Portanto, diante dessas problemáticas, é preciso que medidas sejam tomadas. Uma alternativa viável seria uma fiscalização mais rígida sobre os conteúdos expressos nos meios de comunicação, estabelecendo-se limites nos assuntos transmitidos, (.) além disso, as próprias escolas são ótimos veículos para formação de adultos conscientizados, indivíduos capazes de avaliar até que ponto a exposição de uma ideia pode atingir os direitos de outros. Logo, o investimento em uma educação baseada no respeito é um passo importante na redução de problemas causados pela liberdade sem limites.
Correção tradicional
| Critério |
Observações |
Nota |
| Adequação ao Tema |
Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no
vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. |
2.0 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea |
Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim
como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes
de referência.
|
2.0 |
| Adequação ao Gênero Textual |
Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero
textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a
serviço do projeto de texto. |
2.0 |
| Adequação à modalidade padrão da língua |
Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma,
verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. |
1.0 |
| Coesão e Coerência |
Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção
frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos
sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. |
2.0 |
| Nota final |
9
|
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |