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O atentando em Paris contra o seminário semanário Charlie Hebdo pode ser dito visto como uma ação contra a liberdade de expressão? Ou, os cartuns envolvidos nesse caso, refletem preconceito e aversão ao uma cultura existente? Com comentários polêmicos e sátiras contestadoras ao Islã, alguns argumentam que os cartunistas envolvidos agiram sem respeito a uma religião. Portanto, usar da liberdade para dizer o que quer, sem respeito à posições e culturas de outras pessoas é aceitável?
Os limites para a liberdade de expressão seriam mais democráticos e não abalariam os direitos humanos (em) si, (se) atendessem e respeitassem os aprendizados filosóficos, cuja liberdade é poder fazer tudo, desde que não prejudique os outros. Portanto, as sátiras (do) Charlie Hebdo possuíam um teor ofensivo e infelizmente houve consequência. Todavia, a violência cometida pelos terroristas em nome da religião, não se acrescenta na justiça. É crime e precisa urgentemente de conversações diplomáticas. Também, se a violência realizada foi taxada como desumano desumana, o fato das sátiras expressarem conteúdos polêmicos, não seria uma forma de violência, a dita violência simbólica? Ou seja, não estariam atingindo e ferindo uma religião negativamente, colocando essa cultura Islâmica como algo apenas radical, cujos valores não fossem seriam sérios?
Seguindo a ideia acima, quando se fala em liberdade é direito universal segundo a Constituição de muitos países. Mas, o respeito e a percepção cultural e a tolerância devem existir, para um mundo igual e livre de violência. Logo, o atentado em Paris, trata-se de é um assunto complexo e não aborda apenas a violência em si. Houve sim, um radicalismo por parte dos islâmicos, mas o estado Francês deveria ter dado mais atenção para aquilo que era publicado. Dessa forma, ter liberdade não é sair fazendo o que bem desejar, mas realizar as coisas com consciência e respeito.
No mundo onde se vive, sabe-se que há uma pluralidade de etnias e culturas. Portanto, se o motivo é não poder expressar tudo e se fala em falta de liberdade, então as pessoas não percebem que ser “ser humano” é limitar-se naquilo que vai dizer, pois há muitas formas de pensamentos diferentes e conflitos devem ser evitados para o bem maior (,) que é a paz entre indivíduos.
Correção tradicional
| Critério |
Observações |
Nota |
| Adequação ao Tema |
Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no
vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. |
2.0 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea |
Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim
como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes
de referência.
|
1.5 |
| Adequação ao Gênero Textual |
Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero
textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a
serviço do projeto de texto. |
1.5 |
| Adequação à modalidade padrão da língua |
Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma,
verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. |
1.0 |
| Coesão e Coerência |
Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção
frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos
sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. |
1.5 |
| Nota final |
7.5
|
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |