AIDS: o desafio da conscientização continua
Tema: AIDS: o desafio da conscientização continua
Há uma longa diretriz a ser percorrida quanto à conscientização quando o tema em destaque é a Aids. Muito mais complexa será a aplicabilidade dessa consciência por parte das pessoas.
A síndrome da imunodeficiência adquirida – Aids -, circula por todos os âmbitos da sociedade e, como implicação atinge pessoas que no seu diário vivem vidas completamente distintas: os solteiros(as), os casados(as), gays, lésbicas e travestis. Tais vidas constituem a sociedade , e de forma negligente ou não algumas destas pessoas contribuem para disseminação do vírus HIV; enveredando pela vida da pessoa casada, que culturalmente não deveria participar deste rol, observado que à luz da sociedade sua idoneidade é absoluta – isso teoricamente - , esta pessoa quando negligência negligencia seus votos de fidelidade realizados diante de Deus através do casamento, contribui de maneira eficaz à proliferação da Aids, sabido que há risco de contaminação do parceiro(a) ou ainda infecção de um filho recém-nascido através da amamentação , se for o caso.
Existe também a contaminação à a partir da relação entre homens homossexuais, salvo em especial os jovens, que o passado recente demonstra um aumento considerável de infectados pelo HIV. Nesse caso há a hipótese da larga disseminação do vírus devido a à grande quantidade de parceiros que esse gênero possui e(,) claro(,) a à falta da aplicação daquilo a que foi conscientizado (o uso do preservativo).
As lésbicas e os travestis com toda certeza também dão a sua colaboração para difundir essa doença, cuja maneira de difusão se assemelha a à dos gays, ainda assim salvo que ambos (lésbicas e travestis) possuem suas peculiaridades, afinal são gêneros distintos.
Mais do que conscientizar é necessário aplicar o respeito a nós mesmos e ao próximo, seguir os dogmas éticos que estão intrínsecos em nós e na sociedade e lembrar sempre que outra pessoa não pode receber as consequências de nossa falta de responsabilidade.
A voluptuosidade volúpia está engendrada no ser humano (e) é algo a se desfrutar independente de qual seja a sua finalidade: a reprodução ou um simples momento de prazer. Mas cabe lembrar-se de aplicar a conscientização e não deixá-la apenas na consciência.
Correção tradicional
| Critério | Observações | Nota |
|---|---|---|
| Adequação ao Tema | Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. | 1.5 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea | Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. | 1.5 |
| Adequação ao Gênero Textual | Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. | 2.0 |
| Adequação à modalidade padrão da língua | Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. | 1.0 |
| Coesão e Coerência | Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. | 1.0 |
| Nota final | 7 |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |