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Há algum tempo que a questão dos radicalismos religiosos como o do islamismo, voltam aos noticiários internacionais, desta vez com o Estado Islâmico, chocando e barbarizando leitores pela crueldade de seus métodos, seu rápido avanço territorial e sua influência até no ocidente com o recrutamento de simpatizantes.
Existe a possibilidade de brecar esses avanços, reforçando a segurança das regiões não dominadas pelo extremistas. Vemos como exemplo do Estado Islâmico, que o Irã e Turquia podem ser armas de controle do crescimento geográfico deste grupo, já que fazem fronteira com as regiões dominadas pelos radicais que são o nordeste sírio e toda parte de Norte a Leste Iraquiano.
Lembramos também que a região do oriente médio é grande produtora de recursos energéticos como o petróleo, que é o que financia todo armamento pesado utilizado pelos guerrilheiros islâmicos. Já foi visto até na mídia que a diplomacia não funciona nestes casos, sendo necessário um enfrentamento para controle desses recursos para assim enfraquecer as forças rebeldes.
Islamitas estão espalhados pelo mundo, e não é ético tentar fazer uma desestimulação desta religião fora de suas regiões dominantes, mas pode-se desmistificar que a Guerra Santa, seja o caminho para um mundo ideal. Na Espanha podemos colocar como prática desta ação, o enfraquecimento do ETA, que é um grupo radical e busca através de atentados a à Independência do País Basco.
Os setores de inteligência do mundo devem trabalhar em conjunto com setores de segurança, para prever, preparar e monitorar suspeitos como aconteceu em caso recente na Malásia, em que suspeitos foram presos acusados de tentar se unir com o grupo terrorista em Istambul na Turquia.
Por todas estas ideias apresentadas, a complexidade do tema pode ser simplificada com ações semelhantes das apresentadas, sendo aplicáveis também a todos e qualquer grupos radicais, como por exemplo, as FARC na América do Sul e o IRA no Reino Unido, sempre sabendo diferenciar os aspectos de cultura da região com radicalismos praticados por grupos específicos.
Correção tradicional
| Critério |
Observações |
Nota |
| Adequação ao Tema |
Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no
vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. |
2.0 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea |
Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim
como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes
de referência.
|
1.5 |
| Adequação ao Gênero Textual |
Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero
textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a
serviço do projeto de texto. |
2.0 |
| Adequação à modalidade padrão da língua |
Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma,
verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. |
1.0 |
| Coesão e Coerência |
Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção
frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos
sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. |
1.5 |
| Nota final |
8
|
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |