Jihad, o extremismo do Islã
Tema: Como combater radicalismos como o do Estado Islâmico?
No que se refere ao radicalismo do (grupo terrorista) Estado Islâmico, grupo terrorista, é possível afirmar que é negativo à sociedade e incita a violência no mundo. Isso se deve não só pelo fundamentalismo de princípios religiosos como também por interesses políticos na zona de influência árabe. Pode-se perceber que a interpretação extremista de princípios contidos no Al Corão (livro sagrado para os muçulmanos) estimula a violência no mundo. A Jihad, guerra santa, é um dos principais exemplos disso; segundo ela,o islamismo deve ser expandindo e respeitado pela Terra, mesmo que façao façam uso da guerra como a ferramenta necessária para esta finalidade.
Baseados neste radicalismo religioso, terroristas promovem atentados à sociedade civil, promovendo instabilidades políticas entre os países e um cenário de terror mundial. Convém lembrar ainda que os interesses políticos nas regiões de influência árabe estimulam tais tensões extremistas. O conflito Israel-Palestina origina-se postumamente a à Segunda Guerra Mundial; em 1948, o Estado de Israel foi oficialmente criado em uma região onde já habitavam mulçumanos,os quais passaram a disputar com os judeus o direito de posse do território recém dividido. O Hamas -grupo terrorista palestino- iniciou uma investida armada em meados de 2014 contra o Estado judáico, deixando milhares de feridos e promovendo o "êxodo" da população local para outros lugares do planeta. O radicalismo do Estado Islâmico é, portanto, algo negativo e estimula a violência no globo. A ONU (Organização das Nações Unidas) deve intervir de forma direta em tais âmbitos, através da construção de mais comitês e instituições, sob sua dirigência, nos países mais afetados pelos terrorismo islâmico, para que se possa, se possível, apaziguar divergências ideológicas, ajudando, dessa forma, a minimizar possíveis intervenções militares na região ou ainda impedir o desenvolvimento de conflitos armados.
Correção tradicional
| Critério | Observações | Nota |
|---|---|---|
| Adequação ao Tema | Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. | 2.0 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea | Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. | 1.5 |
| Adequação ao Gênero Textual | Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. | 2.0 |
| Adequação à modalidade padrão da língua | Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. | 1.0 |
| Coesão e Coerência | Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. | 1.5 |
| Nota final | 8 |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |