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Com a recente escassez de chuvas e umidade ruindo a cada dia, o governador Geraldo Alckmin já busca maneiras de evitar o colapso do principal “combustível” do Brasil, que abastece casas, indústrias, gera energia e mantém vivas milhares de pessoas. O tempo seco e a falta de chuva combinados com o desleixo da população criou um empecilho de proporções gigantescas, e agora não ameaça apenas o Estado de São Paulo, como também os demais estados que dependem de alguma forma da água armazenada no Sistema Cantareira.
Atordoado com diminuição dos índices pluviométricos, o mandatário já busca soluções para esse obstáculo, como o rodízio da água, algo que já foi solução para a questão do trânsito na cidade de São Paulo (e) é evitada a todo custo pelo governo, enquanto isso, a situação se agrava ainda mais. Não há água para todos. Outra medida que se mostra eficaz é aplicação (de) multas em caso de excessos, na tentativa (de) coibir abusos e frear o desperdício. A Sabesp, empresa reguladora de água no Estado de São Paulo, vem, nos últimos anos, testando novas tecnologias de reaproveitamento, como a água de reuso. Agora buscam, por meio de alternativas mais baratas e eficazes a transformação do chorume, proveniente da decomposição do lixo, em água destilada, o que representaria uma alternativa determinante principalmente para as indústrias, onde o gasto de água é alarmante.
Vale ressaltar também, que a água, mesmo sendo considerado considerada um recurso abundante, é uma das “vítimas” mais afetadas pelo ser humano, principalmente com a poluição de rios(,) lagos e oceanos, (.) prova disso são os rios Tietê e Pinheiros, que nascem como verdadeiros tesouros hídricos e(,) ao desembocar na cidade de São Paulo(,) sofrem com o descarte de lixo e com frequentes fenômenos de eutrofização, que prejudicam não apenas a qualidade da água, mas de todo o ecossistema, provocando a morte de peixes e vegetações.
Tendo em vista os recentes acontecimentos e a triste rotina em que nos enquadramos, é dever do cidadão e da sociedade como um todo, lutar pelo que é de direito e cuidar do patrimônio da humanidade que vem da natureza. Optar sempre por produtos biodegradáveis e evitar ao máximo o descarte de qualquer produto em locais inadequados. Com a adoção de tais medidas integradas à implementação de regras por parte do governo, é possível reverter esse quadro que atormenta um número cada vez maior de brasileiros na principal região do Brasil.
Correção tradicional
| Critério |
Observações |
Nota |
| Adequação ao Tema |
Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no
vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. |
2.0 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea |
Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim
como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes
de referência.
|
1.5 |
| Adequação ao Gênero Textual |
Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero
textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a
serviço do projeto de texto. |
1.0 |
| Adequação à modalidade padrão da língua |
Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma,
verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. |
1.0 |
| Coesão e Coerência |
Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção
frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos
sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. |
1.0 |
| Nota final |
6.5
|
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |