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Durante muito tempo a água foi considerada um bem de natural inesgotável, principalmente no Brasil, devido ao grande volume de água doce que está contida contido em suas reservas. Porém, nos últimos anos vem se discutindo meios de preservação dessa fonte de vida, pois fatores climáticos juntamente com a ação humana mostraram que o uso de maneira indiscriminada da água (pode torná-la finita) torna-se, então, finita.
Há muito já se fala sobre a não poluição de rios e córregos como modo de preservação dos meios de vida aquáticos e dos que relacionam-se com eles para sobreviver, porém, nos últimos meses, intensificaram-se as campanhas de diminuição do consumo e (de) racionamento de água, com foco principal para o estado de São Paulo que vem sofrendo com a falta de chuva e de água no sistema que abastece a maior parte do estado* da região: o Cantareira.
No entanto, não somente a população e o governo do Estado de São Paulo devem preocupar-se com a diminuição drástica do contingente de água, pois este é um problema ambiental que circunda o mundo apesar do volume de água observável. É sabido que apenas 2,4% da água presente no planeta é doce e que grande parte desta está poluída e imprópria pra o consumo.
Segundo o ONU (Organização das Nações Unidas), em 2050 45% da população mundial não poderá contar com o mínimo de água potável necessário. E esses números já tornam-se visíveis em boa parte do mundo, principalmente nos países subdesenvolvidos que, juntamente com a baixa qualidade de vida dos habitantes está também a péssima qualidade da água consumida. E, se nada for feito para mudar esses números, logo, também os países ricos não terão água e quantidade e qualidade mínimas para a sobrevivência da população.
Contudo, torna-se necessária uma mudança de hábitos de desperdício para outros como a reutilização da água, redução do seu consumo no banho e higienização doméstica, evitar vazamentos e não poluir rios, lagos, córregos etc. Além disso, também é preciso que haja a diminuição da poluição causada por fábricas e automóvel automóveis para que regularize-se o ciclo natural da água e tenhamos a diminuição do problema de seca em diversas regiões do Brasil e do mundo.
Correção tradicional
| Critério |
Observações |
Nota |
| Adequação ao Tema |
Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no
vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. |
2.0 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea |
Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim
como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes
de referência.
|
1.5 |
| Adequação ao Gênero Textual |
Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero
textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a
serviço do projeto de texto. |
2.0 |
| Adequação à modalidade padrão da língua |
Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma,
verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. |
1.0 |
| Coesão e Coerência |
Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção
frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos
sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. |
2.0 |
| Nota final |
8.5
|
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |