A excelência do modelo tripartidário
Tema: Divisão dos poderes no Brasil
Conforme ordena a Constituição, a República Federativa do Brasil é repartida em três poderes, sendo eles o Executivo, Legislativo e o Judiciário(,) que possuem, respectivamente, as funções de administrar, legislar e julgar. Uma vez que foram criados com a finalidade de se evitar abusos, é de suma importância que esse modelo tripartidário continue a vigorar.
Na década de 60 iniciou-se no Brasil a ditadura militar(,) que foi um período da história brasileira marcado pelo intenso autoritarismo no qual as leis eram ortogadas outorgadas de acordo com a vontade do ditador e o parlamento chegou até a ser fechado como uma reação de insatisfação das decisões tomadas por esse este. Diante desse quadro lamentável é que surgiu a Constituição de 1988(,) que impôs a divisão dos poderes a fim de dar cabo à a situações como essa.
Na Inglaterra, adota-se nos tribunais o modelo Anglo Saxônico, Common Law(,) que se baseia no costume para julgar o réu. No entanto, deve-se elucidar que lá há leis, mas a fonte principal é o costume. Em contrapartida, a principal fonte usada no julgamento, no Brasil, é a própria lei escrita, adotada no modelo Romano Germânico, Civil Law, que reside na ordem constitucional brasileira. Assim, pode-se constatar que aqui se usa a própria lei como referência como mais uma forma de se prevenir contra os abusos.
Embora se acredite que esse sistema pouco tem ajudado a democratizar e dar segurança à população, é imprescindível que se saiba que cada poder tem a tarefa de fiscalizar e limitar a atuação do outro e, com isso, é evitado são evitados certos excessos, por exemplo: um policial só poderá entrar na casa de um suspeito caso possua um mandado de busca à residencia.
Em suma, pode-se afirmar que esse modelo de divisão dos poderes ajuda o país a ser um Estado Democrático de Direito, pois reprimi reprime graves casos de coerção e opressão, como o vivido aqui na época da ditadura.
Correção tradicional
| Critério | Observações | Nota |
|---|---|---|
| Adequação ao Tema | Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. | 2.0 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea | Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. | 2.0 |
| Adequação ao Gênero Textual | Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. | 2.0 |
| Adequação à modalidade padrão da língua | Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. | 1.0 |
| Coesão e Coerência | Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. | 1.5 |
| Nota final | 8.5 |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |