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A divisão de poderes é de fundamental importância no Brasil, pois garante a paz e a ordem na sociedade, além de assegurar os direitos de cada indivíduo. Nota-se, no entanto, que o oposto está ocorrendo no país, pois, abusos e desrespeito para com os membros da sociedade estão cada vez mais aparentes e vem sendo foco de notícia na mídia.
É preciso, em primeiro lugar, lembrar que a ideia de separação de poderes está ligada ao iluminismo, movimento intelectual e político que surgiu na Europa entre os séculos XVII e XVIII e atraiu intelectuais como Montesquieu, Locke e outros. Com Montesquieu e sua obra O Espírito das Leis(,) veio a concepção da repartição dos poderes em três esferas: Legislativo, Executivo e Judiciário. No Brasil estas separações foram utilizadas na constituição de 1824, no entanto, o poder moderador foi um diferencial característico se comparado a outros países, pois com esta repartição o então imperador da época tinha amplos poderes para tomar decisões ao em seu benefício próprio.
É imprescindível insistir no fato de que cada uma dessas esferas tem sua função e é exercida por um dirigente específico. Os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário têm(,) respectivamente, as funções de elaborar e fiscalizar as leis, executar as leis já existentes e implementar novas leis de acordo com a necessidade do Estado e do povo e por fim garantir os direitos individuais, sociais e coletivos, além de resolver conflitos entre os cidadãos. Porém, notou-se nota-se atualmente, que estes poderes tem falhado pois os muitos meios de comunicação têm retratado vários tipos de abusos e desrespeito para com os direitos individuais(,) como exploração de menores, uso indevido do poder entre outros.
Em suma, com os vários retratos de abusos e explorações, avaliou-se que o poder moderador, mesmo extinto, ainda nota-se resquícios deste poder deixou resquícios em pequenos atos cotidianos e que(,) muitas vezes(,) passam despercebido pelos cidadãos da sociedade. A divisão de poderes no Brasil precisa ser analisada com o objetivo de se obter melhoras, pois o sistema é falho e leva os indivíduos a cometerem erros que ferem os direitos alheios(,) levando a um provável e talvez inevitável caos.
Correção tradicional
| Critério |
Observações |
Nota |
| Adequação ao Tema |
Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no
vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. |
2.0 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea |
Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim
como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes
de referência.
|
1.5 |
| Adequação ao Gênero Textual |
Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero
textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a
serviço do projeto de texto. |
2.0 |
| Adequação à modalidade padrão da língua |
Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma,
verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. |
1.0 |
| Coesão e Coerência |
Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção
frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos
sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. |
1.5 |
| Nota final |
8
|
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |