O Poder Para A Sociedade
Tema: Divisão dos poderes no Brasil
Da monarquia absolutista ao despotismo esclarecido, da ditadura à democracia, a história do poder em sociedade vem se transformando de acordo com questãos ideológicas, econômicas e sociais.
A divisão de poderes busca, ao menos em tese, a ordem social. Por exemplo, durante a colonização da América Latina, devido à tamanha exploração por parte dos países desenvolvidos, surgiram as reformas socialistas, com o objetivo de produzir e criar um mercado de consumo interno, ou seja, o poder foi dividido nas mãos dos reformistas e concentrou-se no desenvolvimento do país explorado.
No Brasil, após a Ditadura Militar foi elaborada a Constituição de 1988, separando os poderes em Executivo, Legislativo e Judiciário. O poder Legislativo cria as leis para a manutenção do meio social. O Executivo, por sua vez, é o que coloca a teoria em prática, executando as normas e é o Judiciário que julga eventuais conflitos na aplicação da legislação. Essa divisão foi criada com o intuito de evitar possíveis abusos de poder. Dentro dessa hierarquia, muitos dos cargos são escolhidos pelos membros que já estão integrados nessa divisão. Como no Brasil a democracia é representativa, é através do voto que escolhemos quem vai assumir o poder, sendo esses os que vão nomear os outros cargos dentro da hierarquia.
Ao longo do tempo, o poder foi mantido nas mãos de poucos para responderem à maior parcela da sociedade. Logo, tem sido difícil atender aos anseios de toda a população e a desigualdade permanece quase inalterável.
A busca pela divisão de poderes visando o bem de cada cidadão seria o mais adequado para acabar com as mazelas sociais que persistem. Quando um sistema ou divisão de poder dá sinal de insustentabilidade, a manutenção de poderes seria o mais adequado. Dessa forma, toda a sociedade exerceria plenamente seus direitos e deveres.
Correção tradicional
| Critério | Observações | Nota |
|---|---|---|
| Adequação ao Tema | Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. | 2.0 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea | Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. | 2.0 |
| Adequação ao Gênero Textual | Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. | 1.5 |
| Adequação à modalidade padrão da língua | Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. | 2.0 |
| Coesão e Coerência | Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. | 1.0 |
| Nota final | 8.5 |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |