Divisão dos poderes e sua função na sociedade

Tema: Divisão dos poderes no Brasil

[Redação sem título]
Corrigida tradicionalmente Enviado em 14/05/2014
Nota tradicional: 5
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                A divisão ou separação de poderes no Brasil é bastante pro pagante propagada no meio jurídico e social brasileiro. As formas de divisão e suas vertentes como precedentes dos anseios da sociedade é refletido são refletidas em suas variações e suas especificidades. As formas típicas e atípicas de cada uma delas enfatizam que todas as divisões não são totalmente independentes.

                O primeiro a teorizar sobre as funções estatais foi Aristóteles. Logo após, outro grande filósofo a teorizar a separação ou divisão dos poderes foi John Locke, um dos grandes nomes do contrato social. Mas o pai da separação dos poderes é o barão de Montesquieu em sua célebre obra “O Espírito Das Leis”. A primeira constituição a positivar a separação dos poderes é a americana de 1787(primeira e única dos EUA).

                No Brasil (a separação) foi constituída juntamente com a CF de 1998 1988. Mas as suas funções pré-eminentes preeminentes entram em conflitos a partir do momento em que cada uma exerce uma função típica e atípica da outra. Sendo assim tornando uma correlacionada com outra. No Brasil cada uma exerce uma função própria de: elaborar leis (legislativo), executar as leis e obrigações estatais (executivo) e ponderar a eficácia das leis mediante a sociedade (judiciário).

                Mesmo com todas essas distinções, cada uma exercendo o seu papel de forma própria (típica) ou de formas indiretas (atípica)*. Isso somente ressalta que a manutenção dos poderes para a estabilidade estatal como um todo e enfatizando o bem comum para com as sua relações refletirá principalmente na distinção próprias de suas funções, que com isso fará uma renúncia a à especificidade própria e criando um englobamento para a manutenção primária da sociedade. 

Correção tradicional

Critério Observações Nota
Adequação ao Tema Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. 1.5
Adequação e Leitura Crítica da Coletânea Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. 1.0
Adequação ao Gênero Textual Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. 1.0
Adequação à modalidade padrão da língua Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. 1.0
Coesão e Coerência Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. 0.5
Nota final 5

Legenda de competências

Competência Descrição
1 Domínio da modalidade escrita formal
2 Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa
3 Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista
4 Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação
5 Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos