Três poderes - teória e prática.*

Tema: Divisão dos poderes no Brasil

[Redação sem título]
Corrigida tradicionalmente Enviado em 11/05/2014
Nota tradicional: 8
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Segundo Maquiavel em sua obra clássica intitulada “O Príncipe”, o Estado deve ser forte e deter o controle sobre o povo. Na evolução sócio-histórica da concepção de governo, a maioria das nações ocidentais conseguiu chegar ao Estado forte, porém, não mais com o absolutismo maquiavélico, mas com o presidencialismo ou o republicanismo, ambas tendo o poder dividido entre Judiciário, Legislativo e Executivo.

No Brasil, o poder Legislativo, composto pela Câmara dos Deputados e o Senado Federal, tem o dever de criar as leis, (;) o Executivo, tendo como seu representante máximo o Presidente da República, às as executa, (;) e o Judiciário é o encarregado por fazer a jurisdição das leis. Os três poderes se entrelaçam e se auto-regulam, e isto é de vital importância para a manutenção da democracia.

No campo teórico a tripartição Estatal é um modelo que beira a perfeição, mas ao abrir a porta para a realidade (e) entrar em território Tupiniquim, fica perceptível que não é bem assim. A máquina pública brasileira está superlotada, há muita gente apenas gerando gastos (à nação e a corrompend)– e corrompendo - à nação, e vivendo em uma relação parasitária com o governo, isso ocasiona gastos exorbitantes para a manutenção do Estado, e o aumento da burocracia que trava o desenvolvimento econômico.

Além disso, esse dinheiro jogado fora poderia ser reinvestido na economia de maneira inteligente, em isenção de impostos, nos setores da saúde e educação – atribuições Estatais que há décadas não funcionam de forma digna - melhoramento de estradas e construções de portos, e mais dezenas de serviços que precisam ser aperfeiçoados.

Enfim, é de suma importância a fiscalização popular para o aperfeiçoamento da máquina pública, para que a idéia quase ideal de Montesquieu – filósofo iluminista que concebeu a idéia da divisão do Estado em três poderes – garanta o bem-estar social.

Correção tradicional

Critério Observações Nota
Adequação ao Tema Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. 2.0
Adequação e Leitura Crítica da Coletânea Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. 2.0
Adequação ao Gênero Textual Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. 1.5
Adequação à modalidade padrão da língua Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. 1.0
Coesão e Coerência Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. 1.5
Nota final 8

Legenda de competências

Competência Descrição
1 Domínio da modalidade escrita formal
2 Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa
3 Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista
4 Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação
5 Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos