Os três poderes iluminados
Tema: Divisão dos poderes no Brasil
A república no Brasil teve como seu marco no ano de 1889, e após vários períodos políticos, desencadeou a democracia. O Brasil tem um sistema democrático que advém do filósofo iluminista Montesquieu, em que separou o sistema político em três poderes, sendo eles: Poder Executivo, Poder Legislativo e Poder Judiciário.
O poder Executivo tem a função de administrar os interesses da nação e sancionar ou vetar as leis elaboradas pelo poder Legislativo. O poder Legislativo(,) além de elaborar leis(,) tem como princípio fiscalizar o poder Executivo em relação em à contratação dos funcionários públicos, licitações. E o poder Judiciário tem como seu principal objetivo reestabelecer a ordem, em relação às leis estabelecidas, decidindo uma punição adequada ao descumprimento delas, ficando do lado da razão, ou seja, das provas obtidas.
Segundo o filósofo iluminista Montesquieu, já citado anteriormente, criou esta separação de poderes com o objetivo de substituir o absolutismo monárquico, onde os poderes eram administrados nas mãos de uma pessoa, em um sistema harmônico e equilibrado(,) sem desmerecer os demais poderes.
De acordo com a funcionalidade e o objetivo dos poderes no sistema político, o Brasil apresenta vários desvios e comprometimento com a nação. A falta de representatividade, em relação ao poder Legislativo, que detém a sociedade é exorbitante, com promessas não cumpridas ou leis descartadas. Ainda em relação ao poder Legislativa legislativo (,) a existência de leis ultrapassadas, ou seja, elaboradas em períodos como Ditadura Militar(,) estão incompatíveis com o período atual.
Contudo, o sistema dos três poderes, pode ser analisado como algo a (se) aprimorar e reciclar, em relação às leis já citadas anteriormente. Entretanto a precariedade política nos três poderes ainda é um problema no país, deixando a sociedade e a moralidade em vão. Um aprimoramento, além da reciclagem das leis, é o comprometimento real dos políticos perante a sociedade, e não somente, mas (e) a capacitação deles, tanto para a entrada na política como nos aos que já se encontram nela.
Correção tradicional
| Critério | Observações | Nota |
|---|---|---|
| Adequação ao Tema | Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. | 2.0 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea | Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. | 1.5 |
| Adequação ao Gênero Textual | Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. | 2.0 |
| Adequação à modalidade padrão da língua | Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. | 1.0 |
| Coesão e Coerência | Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. | 1.5 |
| Nota final | 8 |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |