Dinâmica tripla de administração

Tema: Divisão dos poderes no Brasil

[Redação sem título]
Corrigida tradicionalmente Enviado em 11/05/2014
Nota tradicional: 5.5
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Com a chegada do primeiro sistema republicano brasileiro, fez-se necessária a elaboração de uma nova Constituição, afinal, os Estados estavam a clamar de por maior autonomia. Como estratégia para atenuar a dicotomia e limitar o poder, consagrou-se a existência de apenas três poderes, independentes entre si, o Executivo, o Legislativo e o Judiciário.

Essa célebre separação de poderes tem divergentes funções, mas é necessária para aplicar a “força” pública, assegurando a ordem e o direito. Em breve resumo, a função executiva é exercida pelo Presidente da República, adstrito aos Ministros, consiste em administrar o Estado, através da observação das regras emanadas do poder Legislativo, ao qual cabe fiscalizar e legalizar, exercendo algumas vezes poder político-administrativo e financeiro-orçamentário. Por fim, a esfera judiciária, tendo a função de aplicar uma Lei como resultado de um conflito de interesses.

Comunga a ideia de que deve prevalecer esse principio de separação dos poderes, mas grande maioria, meramente sabe a distinção funcional, o que tem se tornado algo problemático na sociedade, gerando presunções de que seria necessário rever essa teoria no âmbito nacional.

Em uma visão mais ampla, pode-se notar que o modelo gera corrupção e crises de governabilidade, as quais foram admitidas pelo próprio José Eduardo Cardozo*. É visto que nas condições em que o país se encontra, esse sistema, que ainda segue algumas de suas origens do século XVIII, está ultrapassado. A realidade histórica é outra e está perdendo a habilidade de absorver esse sistema, gerando insatisfação na população, consequentemente, a série de manifestações que se encontra na mídia.

O governo não garante a segurança nas favelas brasileiras, mas sob o prisma da Copa do Mundo, diz ter condições totais para a segurança pública no período que se aproxima. Um tanto quando quanto confuso, não? Uma reforma política é essencial para corrigir esse modelo, não necessariamente trocá-lo por outro, apenas rever algumas concepções, fazendo adendos, renovando Leis e reformando a distribuição de capital.

Correção tradicional

Critério Observações Nota
Adequação ao Tema Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. 1.5
Adequação e Leitura Crítica da Coletânea Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. 1.0
Adequação ao Gênero Textual Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. 1.0
Adequação à modalidade padrão da língua Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. 1.0
Coesão e Coerência Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. 1.0
Nota final 5.5

Legenda de competências

Competência Descrição
1 Domínio da modalidade escrita formal
2 Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa
3 Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista
4 Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação
5 Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos