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Em meados de 2009, já se ouvia falar de uma legislação para a internet. O “Marco Civil”, tomou maior espaço no início deste ano e a ideia foi reforçada e bombardeada pelo caso de espionagem norte-americana, denunciada por Edward Snowden. Agora, em março, o projeto foi aprovado de maneira simbólica pela Câmera Câmara dos Deputados. De um lado, encontra-se a chamada neutralidade na rede, na qual abrande abrange a igualdade a todos os usuários pelo conteúdo acessado; De outro, encontra-se a questão da privacidade do usuário, já que a internet, antes livre, passa a contar com regras e legislação.
Na prática, haverá poucas diferenças para os usuários. Na maior parte das vezes, desinformados do assunto, colocam em pauta a questão da privacidade, hiperbolizando o que pode acontecer, por exemplo, chegando a falar de uma super censura. Os usuários passarão a ter certo domínio sobre o seus dados armazenados e não ter mais seus dados comercializados livremente entre os provedores de internet, empresas e sites. Antes, os usuários que quisessem ver um conteúdo removido poderia pedir a retirada do conteúdo para a empresa, formando a chamada “censura privada”, na qual o site em questão decidiria se era ou não necessário retirar. Agora, com o Marco Civil, somente será retirado o conteúdo do ar com ordem judicial. Mas será que a política brasileira, desonesta, não irá tirar proveito da situação para ocultar a sujeira que acontece nos bastidores? É isso que teme os internautas.
Contra o Marco Civil, encontra-se quem diz que o projeto vai em confronto com as ideias da ONU, a qual “concede ao direito à liberdade de expressão na rede mundial de computadores um valor absoluto, maior a todos os outros, negando, com isto, existência de outros direitos fundamentais previstos na Constituição”.
O projeto pode não ir para frente, pois ainda irá passar pelo Senado. A internet já se fundamentou nas suas próprias leis e já existem normas separadas, criadas, ao longo de sua história. Uma legislação específica só traria a desconfiança dos usuários em quem eles nunca confiaram, aqueles que ocupam os altos cargos da política brasileira.
Correção tradicional
| Critério |
Observações |
Nota |
| Adequação ao Tema |
Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no
vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. |
1.5 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea |
Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim
como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes
de referência.
|
1.5 |
| Adequação ao Gênero Textual |
Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero
textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a
serviço do projeto de texto. |
1.0 |
| Adequação à modalidade padrão da língua |
Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma,
verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. |
1.5 |
| Coesão e Coerência |
Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção
frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos
sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. |
1.5 |
| Nota final |
7
|
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |