Os justiceiros da sociedade
Tema: Justiça com as próprias mãos?
A violência aumenta a cada dia, e o Estado se mostra cada vez mais omisso. Com isso, surge o cidadão que resolve fazer justiça com suas próprias mãos. Diante desse quadro lamentável é mister que o governo procure soluções a fim de melhorar a segurança e evitar que apareçam novos justiceiros.
O Brasil é um Estado Democrático de Direito, isto é, é um país regido por leis que defendem o direito à ao julgamento pelo sistema judiciário. Destarte, é importantíssimo que a população, ao se deparar com uma situação ilícita, siga o paradigma e chame a polícia. Dessa forma, o povo prova que escolheu viver em um país democrático ao inves de bárbaro.
Embora algumas pessoas apoiem o julgamento praticado pelos justiceiros, graças ao grande sentimento de impotência diante dos crimes, é imprescindível que elas reflitam e percebam (que) a violência so só gera mais violência e que amarrar meliantes em postes e espancá-los, muitas vezes, até a morte, definitivamente, não é a solução.
A situação não será fácil de se resolver, uma vez que possui aspectos sociais, econômicos e políticos eminentemente delicados. Primeiro, há uma pessoa a qual enfrenta dificuldades financeiras e não consegue suporte e, então, passa a praticar crimes. Segundo, existe uma sociedade cansada de tanta insegurança. Terceiro, há um estado de segurança pública falha.
Em síntese, é necessário que o poder público desenvolva um plano pragmático de segurança: construa novas delegacias, realize constantes fiscalizações nas rodovias e estradas, divulgue folhetos nas escolas alertando sobre os perigos do mundo criminoso e, por fim, aumente a circulação de policiais nas ruas. Mas, para isso lograr êxito a população não deve ter medo de denunciar tudo que lhe pareça ilegal. Assim, começa-se a dar cabo à violência e os grupos de justiceiros não serão mais necessários.
Correção tradicional
| Critério | Observações | Nota |
|---|---|---|
| Adequação ao Tema | Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. | 2.0 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea | Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. | 1.5 |
| Adequação ao Gênero Textual | Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. | 1.5 |
| Adequação à modalidade padrão da língua | Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. | 1.5 |
| Coesão e Coerência | Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. | 2.0 |
| Nota final | 8.5 |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |