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A reunião de jovens da periferia convocados pela redes sociais para dar um “role” em alguns shoppings da região metropolitana de São Paulo assustou lojistas e alguns consumidores.Esse movimento ganhou força depois que impediram a entrada dos garotos.Com isso, vem o preconceito da diferença social, racial e etc.
Uma pesquisa de 1500 jovens de entre 16 e 24 anos em 53 cidades do país, mostrou que 50% das tradicionais classes A e B prefere frequentar locais com pessoa do mesmo nível social.Os garotos que fazem o rolezinho são filhos da nova classe c C que não tiveram um passado de restrição como os pais.
Então, ironicamente, os garotos da periferia fazem questão de ir com roupa de marca (,) que dão a sensação de que galgou galgaram um degrau social.É uma forma de diminuir o preconceito.
Esses jovens também investem na educação, querem bem supérfluos, produtos tecnológicos, coisas que às quais seus pais não tiveram acesso.
Esse acesso do ao bem de consumo vêm vem somar-se (a) outras revindicações:o ingresso em espaços públicos, a luta pelo reconhecimento, a denúncia do preconceito que se faz, num paradoxo, mais pela afirmação da diferença de cultura, vocabulário do que pela vontade de imitação.
De qualquer forma, segundo o juiz que vê proibição de rolezinhos como apertheid brasileiro ,diz “vivemos em um Estado Democrático de Direito, princípio adotado como fundamental da nossa sociedade, e que tem a particularidade de emprestar respeito às ações individuais e coletivas legítimas e de proteger toda e qualquer manifestação do pensamento que venha ser feita, porque, só assim, poderá ser assegurado o direito de igualdade, de ir e vir, dentre outros instituídos em nossa Carta Magna”.