Democracia Pura.*

Tema: Religiosos na Política: Democracia ou atentado ao Estado Laico?

[Redação sem título]
Corrigida tradicionalmente Enviado em 12/12/2013
Nota tradicional: 5.5
Não pare agora... Tem mais depois da publicidade ;)

   Um religioso é um cidadão brasileiro como todos nós. São pessoas que têm direitos e deveres
Então, qualquer cidadão brasileiro maior de 18 anos**, e que tenha a  fixa limpa,pode sim ser um
candidato político e se for eleito, cumprir seu mandato como qualquer um. Não existe nada na
constituição (Constituição) do país que seja contra.

  Toda essa situação polêmica que existe hoje, contra o Marcos Feliciano e seus projetos absurdos.***
São casos isolados, primeiro que o Brasil é Laico, e segundo que os outros parlamentares, não estão
lá para atender  os caprichos de um alienado, e terceiro que a religião não manda na politica.
Diante desses fatos, os evangélico são aptos a exercer qualquer cargo político,porque quem vai trabalhar
é o homem e não sua religião.

  A religião deve ser respeitada por todos, e exercida em seus templos sagrados, essa questão não precisa
ser discutida  por todos****, e uma forma simples de resolver, é com diálogo e respeito. O alienado não deve de maneira
alguma ser responsável  por uma guerra religiosa, somos pacíficos, vivemos felizes com os religiosos, e não é agora que
vamos entrar em conflitos desnecessários.

  Desde que existe a vida política no Brasil, existe(m) também políticos religiosos! E nunca nenhum chamou a atenção da nação,
como o Marcos Feliciano. Só que*****, ele está falando por ele, e não por todo o povo religioso brasileiro. São muitas pessoas fazendo
o bem, não podemos de maneira neuma (nenhuma) ligar a religião a um equivocado, porque existe(m) várias denominações de evangélicos que não
tem (têm) nada a ver com a outra, são completamente independentes. Como falou o Papa Francisco,uma árvores que cai, faz mais barulho
do que, uma floresta que cresce.

Correção tradicional

Critério Observações Nota
Adequação ao Tema Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. 1.0
Adequação e Leitura Crítica da Coletânea Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. 1.5
Adequação ao Gênero Textual Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. 1.0
Adequação à modalidade padrão da língua Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. 1.0
Coesão e Coerência Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. 1.0
Nota final 5.5

Legenda de competências

Competência Descrição
1 Domínio da modalidade escrita formal
2 Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa
3 Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista
4 Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação
5 Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos