Um país POLITICAMENTE "IN'LAICO
Tema: Religiosos na Política: Democracia ou atentado ao Estado Laico?
No período absolutista quem detinha o controle sobre assuntos politicos em geral era o rei, o que retirou da igreja a autonomia adiquirida desde muito tempo. Hoje o Brasil não adota mais o poder absoluto do rei, ao invés disto o estado (Estado) é governado por uma equipe soberana, mas o que levanta questionamentos recentimente (recentemente) é a incersão (inserção) da religião na democracia brasileira, através da "Bancada evangélica",em que o país caracteriza se como um estado laico.*
Além de acarretar discursões (discussões) sobre os indivíduos que completam o corpo religioso atuante no senado (Senado)** brasileiro , por serem em grande maioria evangélica, as críticas também abalam a constituição (Constituição) quanto a(à) formação do Brasil como um estado laico e quanto as(às) questões sociais em que religião não se mistura com política.
Recentimente (Recentemente), o programa NA MORAL, da rede Globo, levantou um debate quanto ao status de estado laico ofertada(o) pelo Brasil, e sua real liberdade de cultos religiosos, quando um diretor de uma instituição escolar, reitrou (retirou) uma imagem santa da escola, alegando que o estado laico deverá ser respeitado. Mas até que limites provém*** esse estado laico, e se a inserção da religião na política será uma forma de garantir as(às) etinias (etnias)**** religiosas sua atuação no poder ou se essa é somente uma forma de dispertar (despertar) a autononomia da igreja em diversos assuntos de forma mais autoritária?
Talvez , a formação de uma bancada religiosa não seja o melhor caminho a ser seguido,por diversas questões, entre elas o direito a(à) opção sexual dos indivíduos, como o evangélico e deputado Feliciano , criou a lei que sugeri (sugere) a "cura gay", rompendo este direito de cada cidadão, marcando a opção sexual deles como uma doença.
Para tanto, sendo um país laico, o Brasil, deverá honrar com esta liberdade religiosa ofertada a todos os cidadãos, e que esse não seja um motivo de reter a atuação religiosa na soberania mas que também não ponha em risco a liberdade e a vida dos cidadão, como aconteçe em muitos paises (países) em que a disputa religosa (religiosa) retira um dos maiores bens da humanindade, a vida. Não é exterminar a atuação religiosa na soberania, mas sim , não torná-la a unica (única) fonte de poder.
Correção tradicional
| Critério | Observações | Nota |
|---|---|---|
| Adequação ao Tema | Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. | 1.0 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea | Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. | 1.0 |
| Adequação ao Gênero Textual | Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. | 1.5 |
| Adequação à modalidade padrão da língua | Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. | 1.0 |
| Coesão e Coerência | Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. | 1.0 |
| Nota final | 5.5 |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |