Conflitos de informações
Tema: Espionagem
Cogita-se com frequência acerca dos limites do público e privado, sobretudo à [a] invasão Norte[norte]-americana no Brasil, que possui toda uma gama de interesses econômicos e tecnológicos. Nesse sentido, é de se analisar o respeito entre o coletivo e indivíduo, ou seja, privacidade.
Ao se debruçar sobre a temática dos interesses envolvidos na invasão no Brasil, é lícito afirmar que os Estados Unidos há anos tentam se tornar a nação soberana, ou seja, a mais superior de todos os outros países [,] seja nas esferas esportivas, culturais, econômicas e tecnológicas. Muito bem evidenciado na corrida espacial contra a URSS [,] uma acirrada competição tecnológica que culminou na chegada do primeiro homem na [à] lua, o Norte-americano Neil Armstrong-, em 1969. É de se analisar também à [a] implantação da “Nova Ordem Mundial”, que ocorreu com o fim da Guerra Fria, quando os Estados Unidos se tornou [tornaram-se] a única superpotência, e com essa realidade, esse país desrespeita milhões de pessoas, invadindo e-mails, redes sociais, redes telefônicas, sobretudo, qualquer meio de comunicação, tendo como desculpa à [a] proteção contra o terrorismo, algo hipócrita e inválido para os princípios éticos e privacidade.
No que concerne aos limites entre o público versus privado e indivíduo e coletivo, é pertinente argumentar a ineficácia dos responsáveis para proteção das redes de comunicação, sendo que o Brasil foi usado como ponte pela Agência Nacional de Segurança (NSA) para acesso a informações dos países como Irã, rico em petróleo [,] e China, à [a] segunda Potência Mundial. Os princípios entre o público e privado não poderá ser estabelecido [poderão ser estabelecidos] sem avanços tecnológicos no Brasil, e os cidadãos não terão sua privacidade, se continuar às [as] invasões em seus meios de comunicação, como Facebook e telefonias.
Logo, a problemática em análise será atenuada com a autonomia tecnológica no Brasil, enviando satélites de monitoramento e comunicação para a órbita terrestre, como também a criação de agências e empresas de comunicação autônomas e brasileiras, para só assim os conceitos de público e privado sejam pré-estabelecidos [preestabelecidos].
Correção tradicional
| Critério | Observações | Nota |
|---|---|---|
| Adequação ao Tema | Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. | 1.5 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea | Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. | 1.0 |
| Adequação ao Gênero Textual | Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. | 1.0 |
| Adequação à modalidade padrão da língua | Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. | 1.0 |
| Coesão e Coerência | Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. | 1.0 |
| Nota final | 5.5 |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |