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O governo brasileiro tende a ser o campeão em obras faraônicas, inacabadas e superfaturadas. Obras que tiveram em seu projeto inicial a promessa de mudanças radicais, mas que não foram concluídas e muito menos causaram qualquer tipo de desenvolvimento ou mudança.
Na pauta está a obra que promete trazer prosperidade, fim da seca, resolução dos problemas de saúde e total bem estar [bem-estar] para o povo Nordestino, isso tudo em um prazo médio de 15 a 20 anos.
Porém [Porém,] a obra que desenvolveria a prosperidade teve seu orçamento em 2009 orçado em 4,5 bilhões e em menos de 4 anos, período de uma administração publica, passou para 7 bilhões nem ao menos saindo do papel.
Uma obra destinada ao fim da seca que tem por âmago desviar o curso de um rio tão importante como o São Francisco, modificando uma fauna e flora por completo, causando extinção de espécies animais e desestruturando obras já concluídas responsáveis por geração de energia como as hidrelétricas de Paulo Afonso, Xingó e Itaparica.
Obra está que invade terras indígenas, povoa cidades sem infraestrutura com operários, causando epidemias e ainda maiores problemas de saúde e saneamento básico.
O projeto de transposição desde o governo de Dom Pedro I foi sempre um desejo de governantes e até hoje conta com aposição da sociedade que, segundo eles, seria beneficiada.
O nordeste precisa de administração séria que saiba usar os recursos que lá existem, projetos que venham atender uma porção maior que 4% da população como prevê o projeto final em questão, já que uma porção maior está destinada a indústria e irrigação.
Nenhum projeto ou obra que venha desencadear maiores problemas que soluções é viável para a sociedade e deve ser absorvido pela mesma [por ela]. Projetos existem para serem analisados, por quem de fato entende do assunto, e colocados em pratica [prática] quando realmente seu fim justifique o restante.
Correção tradicional
| Critério |
Observações |
Nota |
| Adequação ao Tema |
Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no
vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. |
1.5 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea |
Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim
como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes
de referência.
|
2.0 |
| Adequação ao Gênero Textual |
Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero
textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a
serviço do projeto de texto. |
1.5 |
| Adequação à modalidade padrão da língua |
Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma,
verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. |
1.5 |
| Coesão e Coerência |
Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção
frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos
sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. |
1.5 |
| Nota final |
8
|
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |