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Diante de impasses e polêmicas, a construção da Usina de Belo Monte, no estado do Pará, vem acontecendo e isso significa que mais energia será fornecida ao nosso país. Se o Brasil, enquanto economia crescente, continuará a se desenvolver cada vez mais, é essencial que Belo Monte seja realmente construída, a fim de ajudar a suprir a futura - e a atual - demanda energética.
É bem verdade que a região Amazônica concentra 70% dos recursos hídricos com potencial energético do país, muito embora este potencial não seja explorado como deveria ser. De fato, a capacidade energética necessária futuramente a mais de 200 milhões de habitantes estará comprometida, e construir a segunda maior usina hidrelétrica do Brasil é inevitável e de extrema importância. Os recentes- e frequentes-apagões por que passa o país, por exemplo, é um sinal do quanto nosso sistema de abastecimento de energia não está preparado para suprir as necessidades crescentes.
Além disso, os constantes movimentos de protestos de índios e ambientalistas afirmam que a construção da usina irá retirar água das resevas indígenas e provocar impactos no ambiente. Esse conflito de interesses com o governo vem sendo acompanhado inclusive pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA, que pondera a situação. Porém, a realidade é que o governo não criará uma grande represa, mas sim um modelo “a fio de água”, que explora a vazão natural do rio. Assim, permitir a construção é primordial, pois os danos causados aos índios, à população ribeirinha e ao ambiente não serão grandes e poderão ser minimizados, conforme afirma o próprio governo federal e toda a gerência da obra.
Assim sendo, é fundamental que a usina seja construída e que os opositores à obra revejam que os impactos serão mínimos. Apoiar a população da região e conscientizá-la acerca dos inúmeros empregos e do desenvolvimento à região que a obra irá trazer são ações essenciais e positivas. Portanto, esperemos que o projeto de Belo Monte possa ser análogo ao Projeto Carajás, por exemplo, no que tange ao desenvolvimento trazido à região do Pará com esta exploração da mineração, fortalecendo, assim, a região do ciclo da borracha do Brasil.
Correção tradicional
| Critério |
Observações |
Nota |
| Adequação ao Tema |
Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no
vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. |
1.5 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea |
Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim
como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes
de referência.
|
2.0 |
| Adequação ao Gênero Textual |
Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero
textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a
serviço do projeto de texto. |
1.5 |
| Adequação à modalidade padrão da língua |
Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma,
verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. |
2.0 |
| Coesão e Coerência |
Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção
frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos
sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. |
2.0 |
| Nota final |
9
|
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |