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Quando se fala em política logo nos vem à mente uma coisa [algo]: escolher o melhor candidato. Porém, outras questões já entram em jogo: como escolher o melhor candidato? Ele é honesto? É corrupto? Como avaliar seu perfil? Esses são alguns dos pontos avaliados pelos eleitores.
No momento de eleições, podemos ver o quanto são difundidas propostas e planos de gestão por parte dos candidatos. Tudo isso para convencer o eleitor. Isso é fato. Vemos que alguns deles têm experiência e trabalham nessa área porque gostam. Entretanto, alguns estão envolvidos na política por interesses pessoais. Talvez esse seja o motivo de tanta corrupção.
São notórios os casos de ilegalidade por parte dos políticos. Os noticiários apresentam um leque de fraudes e ações corruptas. Em meio a tantos casos assim, vemos que políticos entram na gestão apenas para receberem status e atacarem as verbas públicas.
Por outro lado, existem aqueles que trabalham em prol de uma sociedade melhor. Buscam conceder à população os benefícios que lhes são por direito, ofertados. Não apenas isso. A luta por um país melhor faz parte dos ideais deles e como resultado vemos o desenvolvimento sendo encadeado.
É possível uma explicação para isso: alguns nascem para a política, outros não. A partir do momento em que um político se dedica às suas atividades e luta por uma democratização justa, a população se beneficia. Ele sabe o que está fazendo e tem respaldo para isso. Porém, se um político está representando a sociedade por status e não por vontade, não adianta. O resultado é o que vemos: pura corrupção.
Mudar a situação é uma medida. Quem dera, se os governos aderissem a um plano de fiscalização dos perfis dos candidatos, com certeza, não estariam nos representando pessoas que não possuem experiência para isso. Para se governar uma nação com fidelidade, faz-se necessário um planejamento das atividades e a avaliação de vocação para a política deve ser um fator predominante nisso. Há uma diferença entre vocação e vontade. Cabe a nós e, principalmente, aos governantes, avaliar [governantes avaliar] e diferenciar aqueles que nos representam positivamente ou de forma corrupta.
Correção tradicional
| Critério |
Observações |
Nota |
| Adequação ao Tema |
Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no
vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. |
2.0 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea |
Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim
como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes
de referência.
|
1.5 |
| Adequação ao Gênero Textual |
Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero
textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a
serviço do projeto de texto. |
1.5 |
| Adequação à modalidade padrão da língua |
Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma,
verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. |
2.0 |
| Coesão e Coerência |
Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção
frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos
sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. |
2.0 |
| Nota final |
9
|
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |