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O consumir para ser feliz é uma marca profunda da sociedade contemporânea: são milhares de compras diariamente. Isso, talvez, seja inevitável hoje e está intrínseco, sem dúvida, a uma busca por felicidade, uma vez que muitas pessoas não se preocupam mais com a felicidade familiar, e sim em trabalhar bastante, para, assim, buscar se enquadrar e se inserir no mundo do consumo. Mas a verdade é que essa desmedição por consumo está mudando o real sentido de felicidade: o de bem estar [bem-estar] familiar.
É bem verdade que o ¨American Way of Life¨ incentivou as pessoas a consumirem intensamente, como busca pela felicidade. Isso teve como consequência, que perdura até à atualidade, o extremo e desenfreado consumismo, como mera e inalienável busca de felicidade individual. A rápida produção e renovação dos produtos deixam as pessoas com um falso sentimento de prazer e felicidade, as quais, muitas das vezes, esquecem-se da afetividade familiar.
Além disso, é perceptível que muitos, hoje, atrelam a felicidade também como meio de inserção na sociedade, já que somos ideologicamente forçados a comprar, de modo a se integrar em uma dada classe social, estereótipo esse que parece nos dar alegria e prazer. É indignante que muitos tentem preencher um vazio individual com um grande consumismo: afinal, isso pode trazer consequências irreparáveis. Como afirma Padilha, a felicidade não se é alcançada facilmente com bolsas, celulares e carros.
Assim sendo, é fundamental que as pessoas busquem, em primazia, estar voltadas para a realização familiar, deixando um pouco de lado o consumismo desenfreado como promoção de prazer individual. Claro que não devemos abandonar a compra de novas tecnologias, mas é necessário se ter um limite. Portanto, esperamos que o ideário do gênio Albert Einstein possa se eclipsar sobre a atual Terceira Revolução Industrial.
Correção tradicional
| Critério |
Observações |
Nota |
| Adequação ao Tema |
Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no
vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. |
1.5 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea |
Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim
como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes
de referência.
|
1.5 |
| Adequação ao Gênero Textual |
Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero
textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a
serviço do projeto de texto. |
1.5 |
| Adequação à modalidade padrão da língua |
Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma,
verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. |
2.0 |
| Coesão e Coerência |
Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção
frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos
sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. |
2.0 |
| Nota final |
8.5
|
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |