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A política do consumismo nasceu junto com o capitalismo, desde o fim da idade média as [Idade Média, as] classes sociais são separadas de acordo com seu nível de consumo. Essa linha de pensamento se fortaleceu com a revolução industrial e tem grandes impactos na vida social, o fim da escravidão no Brasil, por exemplo, tinha por finalidade criar novos consumidores e para isso os escravos teriam que ser livres para serem trabalhadores assalariados. É desse tempo também que vem a vinculação de consumo e felicidade, nesta época como nos dias atuais o exemplo de felicidade são [eram] pessoas ricas que possuem [possuíam] alto poder de paridade. A felicidade deixou de ser procurada na natureza, na sensação de paz de espírito e passou a ser procurada em lojas físicas ou virtuais atendendo assim á [à] ditadura consumista.
Datas comemorativas e novos aparelhos eletrônicos no mercado são alguns dos motivos que nos levam ás [às] compras. Uma carta ou uma flor deixou de ser presente, a presença dos pais em casa, que trabalham o tempo todo, foi substituída por lembrancinhas. O objeto de desejo de hoje é facilmente trocado por outro “mais novo” se tornando [novo, tornando-se] lixo antes mesmo de ser totalmente usado. O descarte desses materiais traz riscos á [à] natureza, o lixo acumulado é cada vez maior [,] o que atinge diretamente o meio ambiente e todos os seres que nele vivem.
Essa indústria precisa ser reavaliada, a crise nos EUA é uma amostra de que esse modelo não é viável. O mais preocupante nisso tudo é o uso desenfreado da natureza sem sustentabilidade.
Sendo assim [,] é de importância mundial que se repense o significado do termo felicidade, deixar de vincula-la á [vinculá-la ao] consumo já é um começo. É preciso voltar há décadas atrás e relembrar o significado de lixo, ou seja, aquilo que não pode ser mais usado e não aquilo que saiu de moda, a reciclagem também é um caminho que teremos que trilhar para melhor sobrevivermos. A conscientização das pessoas sobre os problemas acarretados por esse consumismo exagerado pode mudar esse quadro e fazer dos seres humanos pessoas felizes com o necessário e que ignoram o supérfluo.
Correção tradicional
| Critério |
Observações |
Nota |
| Adequação ao Tema |
Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no
vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. |
1.5 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea |
Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim
como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes
de referência.
|
1.5 |
| Adequação ao Gênero Textual |
Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero
textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a
serviço do projeto de texto. |
1.5 |
| Adequação à modalidade padrão da língua |
Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma,
verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. |
1.0 |
| Coesão e Coerência |
Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção
frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos
sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. |
1.5 |
| Nota final |
7
|
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |