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Como prega os dicionários, felicidade é um estado de espírito que caracteriza determinados momentos. Contudo, há os que acreditam em felicidade momentânea e os que creem na felicidade perdurável.
Ser feliz é algo que todos buscam enquanto sobrevivem. No entanto, para sobreviver é necessário ter condições para tal; é então que surge o trabalho como uma forma de subsistência, que com o passar do tempo não tem mais este caráter; tem-se, na verdade, uma busca inviolável pelo consumo, tentando, assim, atingir a felicidade.
Na sociedade capitalista, muitos se esquecem de que quando menores, afirmaram que o dinheiro não traz [trazia] felicidade. Contudo, é inevitável concordar que o dinheiro possibilita momentos felizes, já que é através do consumo que se tem momentos de interatividade social ou realização material.
Ter ambições materiais é algo essencial, pois isso garante uma existência digna ao ser humano. O problema encontrado não é esse, mas sim a despreocupação com as realizações pessoais e sociais, esquecendo-se que o altruísmo e pequenos sonhos também trazem a felicidade.
Então, voltando-se ao pensamento inicial proposto, ver-se-á [veremos] que o consumo traz sim a felicidade, mas aquela caracterizada como momentânea. Já as metas, que enriquecem o interior das pessoas, trazem a felicidade perdurável, acompanhada de paz e amor ao próximo.
Na verdade, só é possível estar feliz aquele que já assume tal caráter. Portanto, o consumismo, quando não aliado à felicidade perdurável, pode causar um vazio interior, dificultando relações pessoais ou profissionais, e fazendo, muitas vezes, seus adeptos infelizes.
Não se pode atribuir aos bens materiais toda a felicidade competente ao ser humano, pois não vivemos em um mundo onde é possível abrir a felicidade em uma lata de refrigerante ou bem consumível qualquer. Devemos, então, analisar nossos atos e voltar à essência, entendendo que é possível conciliar ambições com realizações pessoais.
Correção tradicional
| Critério |
Observações |
Nota |
| Adequação ao Tema |
Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no
vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. |
1.5 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea |
Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim
como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes
de referência.
|
1.0 |
| Adequação ao Gênero Textual |
Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero
textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a
serviço do projeto de texto. |
1.0 |
| Adequação à modalidade padrão da língua |
Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma,
verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. |
1.5 |
| Coesão e Coerência |
Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção
frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos
sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. |
2.0 |
| Nota final |
7
|
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |