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A sociedade vive em padrões em que foram determinados para os mesmos, que para viver bem é necessário obter tudo tanto [tudo, tanto] em dinheiro como também, bens [dinheiro, como também bens] materiais como carros, motos, casas de luxo em que possam satisfazer e comprar a felicidade que o individuo acredita que vai ser obtida através desses objetos.
No entanto, as pessoas acabam simplesmente ditando ou passando a acreditar que para alcançar tamanha felicidade e viver de acordo com a ditadura da moda e do prazer seja necessário, estar [necessário estar] por dentro de paramêtros [parâmetros] submetidos pelos mesmos. Sendo assim, composta por uma adversão filosofica pois, para [filosóficas, pois] grandes filosofos [fillósofos] a felicidade é como um estado de perfeição que depende da vontade de cada um, como diz assim Aristoteles [Aristóteles].
Entretanto, em pleno século XXI [XXI,] as pessoas vivem numa ilusão de vida, trabalhando várias horas com objetivo de alcansar [alcançar] a tão sonhada felicidade, por meio de bens materais. Consumir na atualidade, virou [na atualidade virou] uma moda em que todos tem [têm] que seguir e estar dentro dos principios [princípios] que a midia [mídia] ditou, de modo que, podem [que podem] ser citados como exemplos o surgimento de vários aparelhos celulares, computadores, carros do ano em que os mesmos mostram para as pessoas que é necessário ter para destacar-se e estar bem consigo mesmo.
Se bem que, tais [que tais] produtos podem trazer satisfação para quem os tem[têm], mais [mas] não compram a verdadeira felicidade, pois quando temos algo demais e sentimos menos percebemos um vazio, notando assim que tudo que foi comprado não solucionou o problema da falta de felicidade. Ainda que, possam [Ainda que possam] proporcionar uma alegria externa, mais [mas] o interno fica vazio, sendo o melhor companheiro para este vazio interno a verdadeira felicidade, que encontra-se [se encontra] nas pessoas que amamos, na familia [família], na afeição que sentimos, não é coisas [não são coisas] materiais e futeis [fúteis].
Portanto, ao pensarmos em felicidade nunca pense que a mesma pode ser comprada, quando na realidade possuimos um bem maior que é as pessoas que nos amam [amam,] que nos querem bem, nenhum padrão de consumo pode determinar o quanto seremos felizes, estes possuem apenas uma forma de agradar-mos [nos agradar] em necessidades e luxos, mais [mas]a verdadeira felicidade o dinheiro não compra.
Correção tradicional
| Critério |
Observações |
Nota |
| Adequação ao Tema |
Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no
vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. |
1.0 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea |
Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim
como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes
de referência.
|
0.5 |
| Adequação ao Gênero Textual |
Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero
textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a
serviço do projeto de texto. |
0.5 |
| Adequação à modalidade padrão da língua |
Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma,
verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. |
0.5 |
| Coesão e Coerência |
Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção
frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos
sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. |
0.0 |
| Nota final |
2.5
|
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |