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Os movimentos grevistas sempre foram uma arma reivindicatória importantíssima. As greves nas universidades federais buscam a valorização profissional da classe docente. Nesse contexto, os maiores prejudicados com as greves são os estudantes.
Os discentes assistem à queda de braço travada entre a classe docente e o governo Dilma, onde ambos mostram-se inflexíveis. É notório que os professores necessitam de maior valorização profissional. Assim, justifica-se a busca por reajustes salariais e pela tão esperada reestruração da carreira docente, porém o atual movimento grevista, ao iniciar-se, não esteve preocupado com os estudantes, pois iniciou-se antes do término das aulas do primeiro semestre e prejudicou o ano letivo.
Do mesmo modo que o movimento grevista não se preocupou com o ano letivo dos estudantes, o governo federal mostra-se despreocupado com o arrastar das manifestações que paralisam as aulas, pois suas propostas de acordo apresentadas aos grevistas não atendem às reivindicações, principalmente, no que diz respeito à reestruturação da carreira de professor universitário. Assim, o fim do movimento mostra-se distante e a classe estudantil sofrerá ainda mais com esse impasse.
Aliás, o governo brasileiro precisa reconhecer a necessidade de maiores investimentos na educação, onde a aprovação do Plano Nacional de Educação (PNE), que destina 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para a educação, pelo Senado Federal é vital para que a reestruturação do ensino público no país ocorra e beneficie a população, pois com maiores recursos destinados à educação melhorias ficam mais suscetíveis a ocorrer.
Desse modo, o movimento grevista faz-se justo e oportuno. O sistema educacional público brasileiro necessita de amplas melhorias e o reconhecimento da classe docente pelo governo brasileiro é primordial. Assim, tanto o governo federal quanto os grevistas precisam mostrar flexibilidade nas negociações para que as greves tenham fim e não prejudiquem ainda mais os estudantes brasileiros.
Correção tradicional
| Critério |
Observações |
Nota |
| Adequação ao Tema |
Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no
vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. |
1.5 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea |
Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim
como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes
de referência.
|
1.5 |
| Adequação ao Gênero Textual |
Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero
textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a
serviço do projeto de texto. |
1.5 |
| Adequação à modalidade padrão da língua |
Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma,
verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. |
2.0 |
| Coesão e Coerência |
Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção
frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos
sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. |
2.0 |
| Nota final |
8.5
|
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |