Educação em Greve

Tema: Greve nas universidades: mobilização em prol da educação pública?

[Redação sem título]
Corrigida tradicionalmente Enviado em 12/08/2012
Nota tradicional: 6
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Já estamos cansados de relatos, sobre [relatos sobre] como anda a defasada educação no Brasil. A mais nova ocorrência, em relação a isso, é a paralisação do ensino público federal. As greves são uma forma de reinvidicar, mas até que ponto?

Estamos a [há] 84 dias esperando o “desenrolar” da greve federal, que conta com 57 instituições. Alguns reitores estão muito preocupados com o calendário escolar, pois não houve fechamento de notas, cerca de 30% dos serviços básicos, administrativos, estão comprometidos. Várias pessoas serão prejudicadas, por exemplo, com o término do curso ou correndo o risco de perder bolsas de estudo, para aqueles que estudam no exterior.

O primeiro registro de greve, no nosso país, data de 1917, em São Paulo, por trabalhadores de indústrias têxteis, para melhores condições salariais e de trabalho. Mesmo não provocando intensas modificações, iniciou um debate inovador entre classe operária e empregadores.

Nesta greve, não se reinvidica somente, melhorias [somente melhorias] de salário, mas investimentos na estrutura das universidades, valorização da educação e dos seus respectivos profissionais, para que nós, jovens, sejamos trabalhadores capacitados e preparados. Porém [Porém,] a resposta do governo é sucinta, “não podemos gastar o que não temos”.

Greve, passeatas, caminhadas em prol de algo, enfim [enfim,] reuniões de classes trabalhadoras serão sempre “bem vindas [bem-vindas]”, pois estas têm todo o direito de clamar e “brigar”, por um mínimo de dignidade. As greves são uma forma efetiva de cumprimento de medidas, pois força o governo a tomar uma atitude, se nosso ensino fosse melhor, o atraso acometido, seria [acometido seria] menor, enquanto isso, mais paralisações serão feitas.

Correção tradicional

Critério Observações Nota
Adequação ao Tema Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. 1.5
Adequação e Leitura Crítica da Coletânea Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. 1.0
Adequação ao Gênero Textual Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. 1.0
Adequação à modalidade padrão da língua Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. 1.5
Coesão e Coerência Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. 1.0
Nota final 6

Legenda de competências

Competência Descrição
1 Domínio da modalidade escrita formal
2 Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa
3 Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista
4 Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação
5 Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos