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Viver em uma sociedade sem preconceitos, é [sem vírgula] o que todo cidadão busca em um mundo globalizado. Andar pelas ruas, participar de eventos, ter o direito de ir e vir, simplesmente viver sem medo de ser acusado e descriminado [discriminado] por suas atitudes, cor, raça, economia ou sexualidade.
Recentemente, o supremo Tribunal Federal, decidiu por unanimidade a introdução de cotas raciais nas universidades públicas federais. Sendo assim, as cotas raciais foram implantadas para diminuir a desigualdade entre brancos, negros e índios. No entanto, essa política de cotas, trata [sem vírgula] os negros e índios como menos capacitados de ingressar em um ensino superior pelo próprio mérito e, eles são [sem vírgula] capazes como todo ser humano que estudou e se preparou.
Segundo o ministro Gilmar Mendes, colocar cotas raciais está se “conferindo apenas a um grupo de iluminados esse poder que ninguém quer ter de dizer quem é branco e quem é negro em uma sociedade altamente miscigenada”. Assim, o ideal seria haver cotas sociais, pois a pobreza não escolhe “raça” e, o [sem vírgula] rico negro ou branco não vai ser bem tratado, já o pobre de qualquer raça vai ser discriminado.
Dessa forma, a discriminação racial só poderá ser solucionada por meio do processo econômico e educacional básico. Além disso, esse meio de cotas, prejudica [sem vírgula] muitas pessoas que perdem vagas para concorrentes com menos prontos ou qualificação e, sem dúvida, tanto negros, índios e brancos tem vontade, necessidade e direito de alcançar algo melhor em suas vidas, mas que seja por um meio de igualdade a todos.
Portanto, ao colocar cotas raciais [vírgula] estão prejudicando pessoas que conseguem melhor nota e ficam fora da universidade. Ao propor cotas socioeconômicas, automaticamente negros, índios e brancos de baixa renda poderiam ser incluídos e concorrerem de igual para igual. Afinal, a raça não aumenta e nem diminui o talento ou inteligência do indivíduo. Assim, aumentaria as chances de quem não tem condições de pagar por um ensino particular, diferente de quem é rico e sempre pagou por seus estudos e hoje tomam as vagas nas universidades públicas de quem realmente precisa.