Não pare agora... Tem mais depois da publicidade ;)
A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre cotas raciais em universidades federais é polêmica, não só por gerar um descontentamento com jovens brancos que lutam pelo ingresso nessas universidades, mas também, pela [sem vírgula] tese racista de classificação entre raças. Diante desse pressuposto, é oportuno destacar os motivos pelos quais justificam o desprezo pela decisão do STF.
O ingresso em universidades federais esta [está] cada vez mais disputado, o ENEM recebe inscrições de mais de seis milhões de pessoas, incluindo negros, brancos, católicos, evangélicos e muitos outros. A reserva de vagas para negros gerou um descontentamento entre jovens brancos, que dedicam muito tempo para garantir uma vaga em universidades pagas pelo governo. Numa sociedade que defende igualdade social e racial não devia disponibilizar notas mais baixas para negros do que para brancos ingressar no ensino superior, uma vez que, está [sem vírgula] automaticamente desprezando a capacidade do negro em relação ao restante da população.
Sabe-se que o negro já sofreu muitas injustiças, principalmente no período de escravidão, e pode-se afirmar que há muitas barreiras para acabar com o preconceito de algumas pessoas, porém, a cota racial não é a maneira correta para a igualdade social, devia existir cota para pessoas de baixa renda, não para raças diferentes. Há tantos jovens que não possuem dinheiro para fazer um curso pré-vestibular ou há tantos outros que precisam trabalhar e não possuem tempo para estudar que sonham em entrar no ensino superior. As cotas para negros são injustas com os demais.
Para acabar com as desigualdades precisa-se rever alguns conceitos, principalmente na questão de cotas raciais, uma possível solução para justiça e para acabar com essa desigualdade que só leva a regressão da sociedade é a criação de uma cota para pessoas pobres, que não possuem dinheiro para ingressar em uma universidade privada.
Correção tradicional
| Critério |
Observações |
Nota |
| Adequação ao Tema |
Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no
vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. |
1.5 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea |
Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim
como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes
de referência.
|
1.5 |
| Adequação ao Gênero Textual |
Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero
textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a
serviço do projeto de texto. |
1.0 |
| Adequação à modalidade padrão da língua |
Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma,
verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. |
1.5 |
| Coesão e Coerência |
Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção
frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos
sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. |
1.5 |
| Nota final |
7
|
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |