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A colonização do Brasil deixou marcas presentes até os dias atuais. A discriminação racial é uma das consequências, que perpetuou, e [sem vírgula] sempre causou revolta da população negra pela exclusão social. Porém, atualmente, ser negro é ter direitos “extras”. Em 2000, universidades e órgão públicos adotaram o sistema de cotas raciais, que deu mais ênfase às diferenças de raças.
Em uma sociedade onde negros e brancos vivem pacificamente, por que adotar medidas que diferenciam as raças e implicam a capacidade de um individuo pela sua cor ? De fato, o histórico brasileiro fez com que o negro se tornasse inferior ao branco, e [sem vírgula] isso refletiu nos dias atuais na visível diferença do acesso a [à] educação e oportunidades que muitas vezes a população branca consegue e os negros não.
A problemática esta [está] voltada para desigualdade social, que gera a exclusão educacional, e faz com que essa população excluída não tenha acesso a uma educação digna que os prepare devidamente para a entrada no ensino superior. Portanto,o governo deveria agir, não tentando dar “colher de chá” a essa população excluída, e sim as capacitando, proporcionando melhoras na educação, na condição social, e [sem vírgula] no fim do preconceito, pois permitindo a entrada de pessoas que não estão preparadas ao ensino superior,o estrago seria maior, pois isso atrasaria e diminuiria o nível educacional das universidades, atrasando toda a sociedade que necessita de profissionais bem capacitados.
Logo, associar a capacidade individual de alguém à sua cor não faz menor sentido. Ser negro nada mais é que uma questão de pigmentação de pele,e [sem vírgula] isso não impõe limite nenhum à sua capacidade. O sistema de cotas deveria dar preferência não em função de raça, e sim de condição social, que não se restringe somente a negros. Sejamos brancos,negros,pardos ou indígenas,somos fisionomicamente diferentes, mais [mas] possuímos direitos e capacidades iguais.
Correção tradicional
| Critério |
Observações |
Nota |
| Adequação ao Tema |
Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no
vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. |
1.5 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea |
Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim
como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes
de referência.
|
1.5 |
| Adequação ao Gênero Textual |
Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero
textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a
serviço do projeto de texto. |
1.0 |
| Adequação à modalidade padrão da língua |
Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma,
verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. |
1.0 |
| Coesão e Coerência |
Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção
frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos
sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. |
1.5 |
| Nota final |
6.5
|
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |