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A colonização do Brasil deixou marcas presentes até os dias atuais. A discriminação racial é uma das consequências, que perpetuou, e [sem vírgula] sempre causou revolta da população negra pela exclusão social. Porém, atualmente, ser negro é ter direitos “extras”. Em 2000, universidades e órgão públicos adotaram o sistema de cotas raciais, que deu mais ênfase às diferenças de raças.
Em uma sociedade onde negros e brancos vivem pacificamente, por que adotar medidas que diferenciam as raças e implicam a capacidade de um individuo pela sua cor ? De fato, o histórico brasileiro fez com que o negro se tornasse inferior ao branco, e [sem vírgula] isso refletiu nos dias atuais na visível diferença do acesso a [à] educação e oportunidades que muitas vezes a população branca consegue e os negros não.
A problemática esta [está] voltada para desigualdade social, que gera a exclusão educacional, e faz com que essa população excluída não tenha acesso a uma educação digna que os prepare devidamente para a entrada no ensino superior. Portanto,o governo deveria agir, não tentando dar “colher de chá” a essa população excluída, e sim as capacitando, proporcionando melhoras na educação, na condição social, e [sem vírgula] no fim do preconceito, pois permitindo a entrada de pessoas que não estão preparadas ao ensino superior,o estrago seria maior, pois isso atrasaria e diminuiria o nível educacional das universidades, atrasando toda a sociedade que necessita de profissionais bem capacitados.
Logo, associar a capacidade individual de alguém à sua cor não faz menor sentido. Ser negro nada mais é que uma questão de pigmentação de pele,e [sem vírgula] isso não impõe limite nenhum à sua capacidade. O sistema de cotas deveria dar preferência não em função de raça, e sim de condição social, que não se restringe somente a negros. Sejamos brancos,negros,pardos ou indígenas,somos fisionomicamente diferentes, mais [mas] possuímos direitos e capacidades iguais.