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A tentativa de corrigir um erro do passado, hoje gera polemica [polêmica]. As cotas para negros nas universidades federais realmente ajudam a combater o preconceito ou agravam ainda mais a situação? O processo de seleção por mérito onde quem tem mais capacidade não é mais justo? Ou a inteligência tem cor?
Outra vez a pauta de discussão no STF (Supremo Tribunal Federal) são as cotas para negros onde o mesmo aprovou com unanimidade essa medida constitucional, mas não é facilitando as coisas que se corrige um erro de mais de um século, este sistema acaba por gerar mais preceito [preconceito] pelo fato de que há uma rejeição pelos não beneficiados que as vezes perdem vagas mesmo que consigam uma nota maior no vestibular. O sistema pelo qual é atribuído as vagas também é suspeito, sendo que já houve casos em que ocorreram falhas graves no sistema de seleção dos beneficiados. O que realmente acontece é que as condições de ensino básico não são as melhores, mas são as mesma [mesmas] para negros e para brancos, o que define a capacidade de cada um não é a raça nem a cor, mas sim a dedicação do aluno e as condições que foram oferecidas a ele, a reponsabilidade do estado [Estado] inicia ainda nas series primarias [séries primárias] e não apenas no curso superior. Ainda que não seja maioria [vírgula] existem autodeclarastes [autodeclarantes] negros que criticam o sistema, como no caso do ex-BBB Daniel Echaniz que em um programa de audiência nacional, declarou ser contra e que por baixo da pele é sangue e que sangue é vermelho.
A decisão é lamentável, sendo que o processo de seleção por mérito é o mais justo, ainda pelo fato que as condições de estudo são as mesma [mesmas] para todos, e que somente os melhores entrem na universidade, não há critério racial que defina capacidade de inteligência de cada um. A solução para combater as diferenças, esta [diferenãs está] em corrigir as deficiências do ensino público, dando chances de competir entre todos igualmente e não privilegiando certos grupos étnicos-raciais.