Trânsito: fatores interligados

Tema: Guerra no Trânsito: O que fazer diante dessa triste realidade?

[Redação sem título]
Corrigida tradicionalmente Enviado em 16/06/2012
Nota tradicional: 7.5
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Diante da complexidade que envolve os problemas no trânsito, apontar motoristas, pedestres ou motociclistas como culpados não é coerente. A guerra do trânsito é resultado de fatores que estão inteiramente ligados, como sinalização, leis não respeitadas e até a má condição das vias.

“Use o cinto de segurança”, “respeite a sinalização”, são [sem vírgula] frases ouvidas todos os dias, mas pouco colocadas em prática. O velho pensamento: “Isso nunca acontecerá comigo”, prevalece na mente dos indivíduos, transformando os acidentes em situações quase fantasiosas, fora da realidade de cada um.A sociedade não é consciente de que o trânsito tem “efeito dominó”, onde algumas doses de álcool podem gerar catástrofes, ou uma “simples” ultrapassagem pode desencadear consequências trágicas, mudando para sempre a realidade dos envolvidos.

Uma forte ferramenta a favor da paz no trânsito é a publicidade. Mas, as campanhas publicitárias do DETRAN ainda perdem para os comerciais de cerveja e carros. Ora, é mais fácil para a sociedade dar atenção para algo que exalte o seu ego, como aquele carro no ano ou beber aquela cerveja, do que refletir sobre um problema que se faz presente no cotidiano. Em contra partida [contrapartida] , após exibirem as “armas” da guerra do trânsito, tais comerciais ainda deixam para o final as frases mais importantes e rápidas: “Se beber não dirija” ou “cinto de seguranças salva vidas”.

A triste realidade do trânsito brasileiro é consequência do entrelaçamento de inúmeros fatores que desencadeiam mortes, sequelas e altos gastos que nem sempre podem ser pagos com dinheiro. Investir na educação das crianças aos idosos soa até clichê. Mas o fato é que a educação é tão levada a sério quanto um palhaço de circo.

Correção tradicional

Critério Observações Nota
Adequação ao Tema Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. 1.5
Adequação e Leitura Crítica da Coletânea Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. 1.5
Adequação ao Gênero Textual Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. 1.5
Adequação à modalidade padrão da língua Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. 1.5
Coesão e Coerência Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. 1.5
Nota final 7.5

Legenda de competências

Competência Descrição
1 Domínio da modalidade escrita formal
2 Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa
3 Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista
4 Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação
5 Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos