Trânsito caótico
Tema: Guerra no Trânsito: O que fazer diante dessa triste realidade?
Nos últimos anos, vem crescendo no Brasil um fato que não é para ser comemorado: a morte de pessoas no trânsito. Essa triste realidade deve-se, principalmente, ao grande número de veículos circulantes, e [sem vírgula] a falta de atitudes rígidas para evitar que aconteça esse tipo de situação.
A grande quantidade de veículos, em especial motos, está associada à facilidade que os motoristas têm em conseguí-las. Pois, muitos a possuem sem ter uma habilitação especifica. O governo também auxilia sua aquisição ao facilitar o crédito na hora da compra. Além disso, diversos condutores a adquirem por outros meios ilícitos como o roubo e o furto.
Outro fato que contribui para a violência no trânsito é a falta de infra-estrutura urbana para abrigar a crescente frota. Gerando com isso, uma sobrecarga das vias que já eram movimentadas e até das que não eram. Ocorrerá, em breve, uma diminuição no fluxo livre e um aumento dos engarrafamentos, assim aumentará o número de pessoas estressadas no trânsito.
A falta de fiscalização é outro fator determinante para a crescente violência do trânsito, é graças a ela que muitos condutores seguem fazendo vítimas e bandalhas. Pois, como não há métodos efetivos que comprovem que eles cometeram o crime, estes têm a certeza de que não serão punidos. E quando há um procedimento eficaz, como é o caso da Lei Seca, que multa quem está fora do nível padrão de álcool, estes condutores conseguem uma lacuna para burlar a lei.
Logo, para solucionar a guerra no trânsito brasileiro as autoridades devem a curto prazo: melhorar a malha viária e investir em campanhas de conscientização e mudança de comportamento; e a médio e longo prazo devem respectivamente: aprimorar as condições de segurança e estabelecer políticas educacionais para melhorar a formação de futuros motoristas.
Correção tradicional
| Critério | Observações | Nota |
|---|---|---|
| Adequação ao Tema | Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. | 1.5 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea | Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. | 1.0 |
| Adequação ao Gênero Textual | Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. | 1.0 |
| Adequação à modalidade padrão da língua | Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. | 1.5 |
| Coesão e Coerência | Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. | 1.5 |
| Nota final | 6.5 |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |