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O carro que antigamente era visto apenas como meio de condução, hoje sua representatividade social ampliou-se, portanto devido à efervescência econômica brasileira [vírgula] este item dia após dia “incha” as vias públicas trazendo consigo os males de sua ascensão na sociedade.
Avenidas e ruas sucateadas, motoristas estressados, pedestres incivilizados, juntos fazem do trânsito o maior “assassino” das últimas décadas; alimentado pelo estresse [vírgula] vemos cotidianamente discurssões [discussões] no trânsito tornarem-se banais, e a população assiste apática o desenrolar deste drama – a violência frívola entre condutores sobrecarregados.
Tendo em vista que o estresse [vírgula] além de ser um dos causadores do tráfego caótico a longo prazo [vírgula] adoece também àqueles [aqueles] envolvidos diretamente nessa via, por conseguinte como “tratamento” de amplo espectro – a bicicleta – trás [traz]soluções para: a saúde da população, desobstrução das vias públicas e ainda contribui para a melhora atmosférica; principalmente nos grandes centros urbanos.
Contudo, não basta nós mudarmos de hábito se não tivermos o suporte da administração municipal encarregada de dar condições de escolha a sua comunidade, responsabilizando-se em criar ciclovias, qualificar e transformar o transporte público, principalmente oferecendo subsídios para a segurança e tranquilidade de seus condutores.
Portanto[vírgula] no que tange à população [vírgula] necessita-se uma mudança brusca nos hábitos diários, de modo que diminua o estresse, ademais o que cabe aos governantes[vírgula] tanto dos níveis municipal quanto estaduais e federais [vírgula] é de realizarem projetos de locomoção saudáveis e seguros para as comunidades.