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Em meio dos vários acordos feitos em defesa da sustentabilidade e da preservação ambiental em nosso País, é notório observar que muitas medidas tomadas pelos nossos governantes não têm sido tão eficientes quanto o esperado. Dentre os diversos fatores que levam a esse resultado, podemos destacar: as constantes queimadas em áreas nativas para a produção de carvão e a construções de novas hidrelétricas.
As constantes queimadas em prol da fabricação de carvão em áreas nativas podem comprometer a existência de muitas espécies da fauna e da flora . Devido essas áreas serem extensas e ricas em sua concentração de animais e vegetais, os riscos dessas espécies ficarem extintas por conta da destruição de seu habitat são grandes. Além da destruição, há também o fato de que as carvoarias colaboram muito com a poluição da atmosfera, fazendo aumentar a concentração de chuvas ácidas na região e consequentemente propiciar um ar de má qualidade aos moradores do local.
Outro fator extremamente agressivo às florestas, é a [sem vírgula] construções de novas hidrelétricas. Sabe-se que a construção da usina de Belo Monte irá alagar e comprometer muitas áreas das matas. Contudo, ecologistas, botânicos e até mesmo parte de alguns ribeirinhos não conformados com a futura construção, criaram [sem vírgula] ONGs em prol da não realização da usina, pois sua construção implicará em muitos danos no espaço geográfico natural da região, comprometendo a não sobrevivência dos seres a quem nela estão inseridos.
Embora os governantes do Brasil vejam a construção da hidrelétrica de modo positivo para economia brasileira, devem lembrar que muitos seres vivos dependem dessas matas para comer, morar e se reproduzir. Além disso, o ideal seria a implantação de novas formas de criar energia sem que haja essa modificação natural e assim, desenvolver novos mecanismos para a criação de energia a partir do gás metano, proveniente das fezes dos animais.