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As questões ambientais com líderes políticos do mundo inteiro vêm sendo discutidas através de conferências, embora boa parte destas termina [terminem] sem acordo entre as partes. Diferentemente da última Conferência das Partes (COP-15), realizada em Copenhague, espera-se da Rio + 20 medidas práticas para resolver as problemáticas ambientais, que, apesar de amplas, já que envolvem questões sociais, econômicas e tecnológicas, podem ser introduzidas com medidas mais simples.
Nunca foi fácil para os países chegarem a um acordo sobre redução do impacto ambiental, pois isto acarreta diversas mudanças no desenvolvimento social e econômico de cada país. Seria necessário investir capital em pesquisa e empregar novas tecnologias, reduzindo, assim, o uso de combustíveis fósseis, por exemplo. E mesmo que se desenvolvessem matrizes energéticas mais limpas, as quais diminuiriam o desmatamento, ainda seria preciso mudar o hábito de consumo e o estilo de vida da população, incentivando-a a usufruir do que não polui o meio ambiente. Uma tarefa difícil. Por causa disso, muitos governantes ainda relutam em assinar esse acordo.
Ainda assim, a população pode fazer sua parte para salvar o planeta, pois medidas locais também contribuem para a preservação do meio ambiente. Em São Paulo, desde 2011, a distribuição das tradicionais sacolas plásticas nos comércios foi abolida através de lei, uma vez que poluem o meio ambiente. Elas foram substituídas pelas sacolas biodegradáveis, as quais se decompõem em menos tempo, não sobrecarregam os aterros sanitários e não causam danos ao meio ambiente. É uma medida simples, mas que ajuda a preservar a natureza e faz a diferença se todos colaborarem.
Portanto, medidas simples, como no exemplo mencionado acima, podem ser discutidas na Rio + 20, já que nem todos os governos têm como investir maciçamente em pesquisa tecnologia que reduzam o impacto ambiental. Ademais, a adoção gradual dessas medidas vai, aos poucos, mudar o hábito dos consumidores, podendo conscientizá-los da importância da preservação ambiental.
Correção tradicional
| Critério |
Observações |
Nota |
| Adequação ao Tema |
Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no
vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. |
1.5 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea |
Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim
como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes
de referência.
|
1.0 |
| Adequação ao Gênero Textual |
Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero
textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a
serviço do projeto de texto. |
1.5 |
| Adequação à modalidade padrão da língua |
Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma,
verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. |
1.5 |
| Coesão e Coerência |
Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção
frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos
sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. |
1.5 |
| Nota final |
7
|
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |