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Na Rio + 20 e nas próximas conferências, enquanto o zelo pelo meio ambiente e seus recursos estiverem em segundo plano em relação à exploração econômica e ao capitalismo financeiro, os debates tendem a ser sempre ineficazes. Ou seja, muito se promete, mas quase nada é efetivado.
Durante a COP 15, o Brasil defendeu a diminuição das emissões dos gases do efeito estufa, mas, internamente, pouco mudou. Próximo a esse debate, as revistas educacionais e de entretenimento, postaram [sem vírgula] assuntos relacionados ao tema e formas de se evitar as emissões, como o uso de transportes coletivos, o que também causaria, teoricamente, a diminuição da poluição sonora, mas as cidades não souberam explorar essa "atitude sustentável".
O Brasil, como protagonista nessa questão de minimizar as emissões poluentes, apenas se comprometeu. Logicamente, um país, que [sem vírgula] se diz democrático, em pleno período de desenvolvimento econômico [vírgula]estaria impossibilitado de tomar uma posição como essa sem antes consultar à população, pois a promessa requereria ações que não dependiam apenas do governo, mas dos cidadãos, em geral.
A conferência Rio + 20, lamentavelmente, já parece um fracasso ambiental, pois um país que se empenha em criar legislações que garantam essa sustentabilidade depende de uma população que muitas vezes desconhece essas leis. Logo, essas ações não se concretizam porque falta um diálogo conclusivo entre o governo e o povo, além de uma divulgação eficiente dos direitos e deveres do cidadão, no âmbito do desenvolvimento sustentável: cartilhas e "sites", aos quais o acesso seja irrestrito.